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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Os sabores de Amesterdão

Março 14, 2018

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O clima frio e a proximidade do mar aliado ao espírito de aventura dos holandeses transformaram este povo em excelentes agricultores, pescadores exímios e pessoas que amam pratos quentes e reconfortantes. Tudo isto influencia a cozinha holandesa.

 

A gastronomia típica do país não é em nada parecida com os seus vizinhos franceses apesar de terem um molho com o seu nome (molho holandês), a verdadeira essência desta culinária são o sabor dos produtos que a terra e o mar lhes dão.

 

Assim, a batata, o queijo e o peixe tornam-se reis e senhores da maioria dos pratos típicos. Tentaremos apresentar os pratos de maior destaque e onde os poderá provar.

 

Maatjes Haring: Arenque cru com cebola e pepino picados. É simples, agarra-se pela cauda este peixe abundante e mete-se todo na boca (tipo jaquinzinhos), ou poderá dispô-lo sobre uma fatia de pão (tipo sardinha). O melhor local para provará esta iguaria tão apreciada pelos holandeses é na rua, ou seja, nas muitas barracas que povoam as ruas da cidade.

 

Gerookte Paling: Enguia fumada que chega a Amesterdão de Ijselmeer é servida com torradas e regada com sumo de limão.

 

Patat: são simplesmente batatas fritas (os holandeses adoram estas batatas tal como os belgas) que são servidas num cartucho de papel e que podem ser regadas com qualquer molho, eles preferem a maionese. Há muitas bancas de rua e pequenos restaurantes que as servem, e é raro não ver estes cartuchos nas mãos dos holandeses ou turistas por todas as ruas da cidade. Segundo dizem, as melhores batatas são no Restaurante Vlemickx.

 

Bitterballen: bolinhas de carne é a melhor tradução mas será difícil explicar o que é pois é uma mistura entre almôndega e croquete. São muitas as bancas de rua que as vendem e são servidas com a excelente mostarda holandesa.

 

Erwtensoep: é uma sopa de ervilhas muito espessa que não é do agrado da maioria das pessoas, parece cola para papel parede. O Restaurante Nieuwezids Voorburgwal é especialista neste petisco.

 

Hutspot: a tradução literal deste prato é miscelânea e é isso mesmo que este prato é, um pote de guisado com batatas, carne e cenoura esmagada. Há ianda uma outra versão que é com puré de batata, couve, bacon e salsinhas fumadas a que chamam de Stamppot boerenkool.

 

Kas: Queijo é sem dúvida uma das iguarias holandesas que consegue ser do apreço dos nativos, dos turistas e de todo o mundo que importa em grande escala os maravilhosos queijos holandeses como o Gouda ou o Edam. Existem muitas curas dos queijos e já muitas receitas que misturam o tradicional queijo com ervas aromáticas, trufas, alho e afins. As opções são muitas tantas como as milhares de lojas que as vendem, mas opta por uma de qualidade e se conseguires ir a uma fábrica fora de Amesterdão aproveita, são muito melhores.

 

Para acompanhar com todas estas iguarias os holandeses preferem sempre cerveja. Existem muitos tipos de cerveja mas a Grolsch e a Heineken são as eleitas.

 

As sobremesas também são deliciosas mas sobre isso falaremos num outro post, acompanha tudo em Amesterdamtrip.

O Deus da Carnificina

Março 12, 2018

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Em cena no teatro da Trindade desde de dia 1 de Março, O Deus da Carnificina é uma comédia negra de Yamina Reza, autora francesa de ascendência iraniana.

 

Dizer que esta peça é uma comédia negra talvez seja vulgarizar um pouco a sua essência, direi antes que se encontra no registo de uma tragicomédia que assenta na análise do lado negro de todas as pessoas, aquele lado infernal que todos tentamos esconder por detrás de uma máscara qualquer.

 

Ao longo da peça são estas máscaras que vão caindo e que vão revelando a essência verdadeira de cada personagem, mas acima de tudo que nos revela a todos nós a nossa verdadeira essência.

 

Ali deixam de existir filtros, deixa de haver bom senso, os personagens tornam-se genuínos.

 

Diogo Infante encenador e ator da peça disse à agência Lusa que "Gostava que as pessoas levassem um pequeno murro no estômago”, e penso que no meio das gargalhas dissimuladas, nervosas ou espontâneas todo o público vai levando lentamente ao longo dos 80 minutos de duração pequenas pancadas com um pau que nos vai desfigurando a essência.

 

A história da peça é simples mas eficaz: dois jovens de 11 anos que se magoam na escola. Um agride verbalmente, o outro desfaz-lhe literalmente a boca. Assim surgem dois casais, pais dos respetivos jovens, supostamente são completamente diferentes e com a sua personalidade bastante vincada, que lutam em defesa do seu rebento. São os pais transformados em predadores para defender a sua cria.

 

Com tradução, versão e encenação de Diogo Infante, O Deus da Carnificina tem cenografia e adereços de Catarina Amaro, desenho de luz de Tânia Neto e sonoplastia de Rui Rebelo.

 

A desempenhar brilhantemente as 4 personagens estão Diogo Infante, Jorge Mourato, Rita Salema e Patricia Tavares. A interpretação de todos é brilhante mas tenho de reconhecer a Patricia que segue nesta peça de forma magistral.

Breve história de Amesterdão e da Holanda

Março 11, 2018

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O nome da capital dos países baixos está diretamente ligado ao rio Amstel, o seu nome “Aemstelredamme” significa dique do rio Amstel, e surgiu obviamente devido à criação do dique deste mesmo rio que permitiu a criação da cidade. Desde sempre que o rio, os canais e a água estão diretamente ligados a Amesterdão.

 

Em 1125, surgem os primeiros pescadores que se instalaram na foz do rio Amstel e construíram cabanas e aterros para proteção das cheias. O rápido crescimento da população e da importância dos lordes da cidade fizeram com que se iniciasse uma séria de conflitos feudais entre estes e os condes da Holanda.

 

1275, é uma data que celebra o fim das portagens. O Conde Floris V da Holanda, que entretanto governara o território, concedeu aos seus súbditos isenção de portagens no transporte de mercadorias pelo rio através de Haia. Esta ação permite um maior desenvolvimento e procura comercial pela cidade e consequente o aumento da sua importância.

 

O Milagre de Amesterdão em 1345, trouxe à cidade peregrinos e a importância da igreja. Reza a história que numa casa em Kalvestraat um padre deu os últimos sacramentos a um moribundo, este não conseguiu ingerir a hóstia e por isso lançaram-na ao fogo. No dia seguinte encontraram-na intacta. O corpo de Cristo que supostamente não derretera no fogo deu importância religiosa à cidade.

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1519 é o ano em que Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico e primeiro de Espanha, herda de sua avó a casa de Habsburgo, casa esta que nos tempos medievais dominava os condados da Holanda. Amesterdão devido à sua ligação ao mar e ao rio torna-se num importante porto para este rei, e com a chegada dos países do Novo mundo espanhol, esta cidade torna-se o segundo porto comercial mais importante da Europa, só ficando atrás de Lisboa.

 

1566 é o ano que marca a mudança e a revolução, cansados do rei católico espanhol e do aumento do protestantismo dá-se uma série de rebeliões em todos os países baixos que destroem igrejas. No entanto, Amesterdão já primando pela liberdade e tolerância manteve-se um pouco à parte desta revolução. Apenas em 1578 se verifica a instalação do protestantismo como religião na cidade numa manifestação pacífica a que chamam de Alteração chefiada por Guilherme de Orange, desde essa data que a cidade torna-se numa capital protestante de uma república holandesa proibindo o culto católico em público mas tolerando o culto em privado.

 

1609 é o ano que marca o inicio da Era de Ouro de Amesterdão, uma era onde a riqueza chegou em força à cidade e com ela os vários movimentos arquitetónicos e artísticos que transformaram a cidade num berço de arte. Criam-se novos canais e casas luxuosas nas suas margens – Grachtengordel – considerado hoje em dia pela Unesco como Património Mundial. Erguem-se nomes como Rembrandt e Hendrick.

 

1634 é o ano que marca a entrada da cotação da tulipa na bolsa de Amesterdão. Começa a época da “tulipomania” com a importação dos bolbos da Ásia desde os finais do século XVI, a flor torna-se numa fonte de negócio e riqueza por toda a Holanda.

 

Durante todos os anos de presença protestante Amesterdão era a capital de uma república de 7 províncias unidas dos países baixos. Esta situação perdurou até 1806 quando Napoleão Bonaparte conquista o país e o torna num reino – o reino dos países baixos – e instalou o seu irmão Luis Napoleão como seu rei.

 

Esta situação durou apenas 5 anos devido à má governação de Luís e em 1810 o reino dos Países Baixo passa a integrar o grande império francês de Napoleão.

 

Com a Guerra de Waterloo em 1815, assiste-se à divisão do império napoleónico pelos anteriores sucessores, criando assim o Reino dos Países Baixos (que até 1830 contava com a Bélgica e o Luxemburgo) e devolvendo o reino à coroa holandesa aos príncipes de Orange e surgindo o rei Guilherme I – casa real que hoje em dia ainda governa a cidade e o país.

 

Desde essa data até 1940, uma secessão de reis e rainhas governaram o país sempre permitindo a máxima tolerância e liberdade, tendo como principal ponto de interesse o desenvolvimento da industria, do comércio e a reocupação holandesa na sua colónia asiática – Indonésia.

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Em 1940, os nazis invadem o país e obviamente Amesterdão não foi exceção, no entanto é de ressalvar que apesar de restritiva, a vida em Amesterdão não sofreu como a maior parte das cidades holandês que foram completamente destruídas. Os judeus que ocupavam a cidade tiveram de fugir ou se esconder (falaremos mais sobre o assunto quando falarmos de Anne Frank). A comunidade judaica tinha um grande peso na população e estava integrada desde que sairão de Portugal e Espanha no tempo da aquisição. Como curiosidade a sinagoga principal da cidade é a sinagoga Portuguesa.

 

Com o final da 2ª Guerra Mundial, a casa real que fugira para Inglaterra regressa mas em 1948 a rainha Guilhermina sente necessidade de abdicar a coroa em prol da sua filha Juliana devido ao fim das colónias holandesas.

 

Desde essa data até à atualidade a Holanda volta a ganhar importância comercial com a adesão à CEE, à Nato, aos Benelux, à união Europeia, ao Euro. Sempre presente a sua tolerância religiosa, a coroa é laica sem qualquer religião associada. Os edifícios anteriormente religiosos da coroa passam a albergar museus e centros humanitários.

 

São dos primeiros países a pronunciar-se a favor da despenalização das drogas leves, do casamento homossexual da despenalização do aborto, do combate à corrupção e ao crime.

 

Hoje em dia, o Reino da Holanda é liderado pelo rei Guilherme Alexandre.

 

Por tudo isto, Amesterdão é uma das cidades com menor crime no mundo, mais segura, mais rica, com melhor qualidade de vida e felicidade.

Roteiro de Amesterdão

Março 10, 2018

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Amesterdão é a capital da Holanda ou países Baixos, ambos os nomes podem ser considerados para denominar este país europeu, detém cerca de 1.6 milhões de habitantes em pouco espaço.

 

A cidade torna-se assim cara para viver e conhecer devido à sua muita procura hoteleira e pouca oferta face à procura, mas existem preços para todos os bolos e espíritos viajantes.

 

Amesterdam, é então a cidade conhecida pelo Bairro Vermelho, pelo cheiro a marijuana que sai das Coffe Shops, pelos seus canais, pelas suas casas magnificas, pelo museu Van Gogh, pela casa da Anne Frank, pelas suas bicicletas, pela Cerveja Heineken e pelo mercado das flores, mas acima de tudo por ser a cidade da liberdade e da tolerância.

 

Aqui é se livre, aqui todos se respeitam, aqui a criminalidade é baixa, aqui há felicidade e acima de tudo, tolerância pelos outros tenham a raça, a crença ou a orientação sexual que tiverem.

 

Poderia colocar tudo num único post mas acho mais interessante dividir as temáticas por vários, para que se conheça verdadeiramente Amesterdão.

 

Assim dividi a cidade por 7 zonas de forma a que explores a cidade mais próxima da realidade, para que conheças os pontos mais importantes, as atrações turísticas e alguns segredos. Serão elas O Anel do Canais Ocidental, o Anel de Canais Central, o anel dos canais, o bairro dos museus, o Plantage, a Nova Baixa e o Bairro Velho.

 

Tentarei dar algumas sugestões de festas, lojas, bares, restaurantes e hotéis para te puderes orientar e fazer algumas contas à viagem, bem como algumas informações adicionais sobre alguns locais, história, tradições e gastronomia.

 

Agora é só acompanhares tudo e viajar connosco para conhecer Amesterdão.

Uma Viagem ao Bairro Vermelho de Amesterdão

Março 09, 2018

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Um mundo vermelho de prostitutas nas suas montras, clientes com tesão que procuram divertimento e amor, crianças que por ali percorrem as ruas para irem à escola, igrejas que outrora albergavam a religião cristã no centro da vida boémia.

 

Tudo isto pode parecer estranho mas não é. Este é o bairro Vermelho de Amesterdão.

 

Amesterdão desde os primórdios da cidade que é uma terra virada para o mar com pescadores e marinheiros. Era o centro da vida comercial marítima, os seus portos recebiam diariamente milhares de homens desejosos de comida, bebida e companhia.

 

Ora esta é a principal razão para ter surgido o Bairro Vermelho nesta cidade, atrás de oportunidade de negócio começam a instalar-se tabernas para alimentar os muitos marinheiros, tascos para lhes dar de beber e mulheres para aquecerem os homens nas frias noites de inverno.

 

Naquela cidade as jornas rapidamente se esfumaçavam, e por ordem de prioridade as meninas que se sentavam nos joelhos dos marinheiros dentro das tabernas faziam os mesmos não gastar tanto dinheiro em bebida.

 

Ao fim de pouco tem essas mesmas meninas foram expulsas de dentro das tabernas e postas na rua. A prostituição de rua comum a todas as grandes metrópoles do século XV era enorme mas em Amesterdão o frio também e a perseguição policial.

 

Rapidamente essas mulheres começaram a hospedar-se nos prédios da zona e ali começaram a atender os clientes. Os homens já sabiam sempre que viam ramos de flores nas janelas, lá dentro encontrariam rameiras.

 

O bairro foi desenvolvendo-se e atrás dos pecadores chega a igreja, mas inicialmente sem sucesso, pois os homens vinham à procura de pecado, e as prostitutas precisavam de pecar para viver.

 

Mas como em Amesterdão tudo pode ser um negócio, rapidamente a igreja fez uma parceria com as meninas, elas teriam de pecar os corpos dos homens para posteriormente eles irem pedir absolvição à igreja e esta salvar as almas dos mesmos.

 

Assim rapidamente tudo começou a funcionar até a igreja. Agora um homem mal aportava em Amesterdão dirigia-se à igreja, pagava o seu perdão, depois comia, bebia e pecava.

 

As rameiras deixaram de pôr os seus ramos às janelas para passarem a pôr os seus corpos.

 

Hoje é um dos pontos turísticos da cidade mas muito há que descobrir por entre estas ruas e canais. Aqui mulheres trabalhadoras independentes fazem um serviço legal e pagam impostos sobre o mesmo.

 

Com segurança e higiene qb, os homens conseguem aquilo que querem, como diria uma criança que mora na zona: Aquelas mulheres tratam de homens tristes para ficarem contentes.

 

E como é habitual na comunidade holandesa e em especial em Amesterdão, tudo é tolerante, tudo merece respeito, a minha liberdade é enorme e só acaba quando choca com a tua liberdade, por isso para ires ao Bairro Vermelho livremente não magoes a liberdade de quem lá anda, nem as prostitutas, nem os clientes, nem os residentes.

 

Aquelas montras vermelhas (ou azuis: em caso de transgenero ou travesti) estão ali à espera de quem as visitar. Eu aconselho todos a ir, especialmente a conhecer o que as motiva, a tentar descobrir mentiras que contam sobre o bairro vermelho, a tentar perceber.

 

Eu acho que percebi e por isso gostei tanto do bairro vermelho.

 

Acompanha todas as experiências por Amesterdão

Pakto uma viagem de sabores

Março 08, 2018

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Neste fim de semana fui convidado a visitar um restaurante de sushi em Paço de Arcos, como é algo que aprecio lá fui eu debaixo de uma chuva infernal.

 

Ao chegar ao espaço deparei-me com um micro pequeno restaurante, que apesar de muito pequeno é bastante acolhedor e tem uma decoração muito satisfatória.

 

A ementa é variada e surpreendeu, pois estava apenas à espera de um restaurante de sushi e deparo-me com um restaurante de fusão que faz um mix inteligente entre comida japonesa, peruana e do Hawai.

 

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Dentro deste restaurante podemos viajar por estas três culturas e pela história destas 3 nações que se misturam ao longo dos últimos séculos. Talvez por isso a mixagem na gastronomia funcione também.

 

O ingrediente comum é o peixe, peixe supre fresco e de boa qualidade, os pratos esses são vários mas claro que o sushi, o ceviche, o tártaro e as poké Bowls são as estrelas.

 

Assim fica apenas uma dúvida que será o que escolher para a degustação pois a ementa é variada e rica, tendo desde gyosas, tempuras, sunomono, ceviche vários, sashimi, sushi vários clássicos e de fusão, poké bowls. Assim sugiro que apostem num dos menus de degustação à escolha. Existem 3 opções com preços que variam entre os 15 e os 25 euros.

 

A nossa viagem iniciou com uma sopa Miso que estava cinco estrelas, seguiu-se um carpaccio de atum, Harumakis, poké bowl, variadas peças de sashimi e sushi, Gunkans naturais e braseados.

 

Comum a todos estes pratos duas coisas uma excelente execução e peixe fresquíssimo.

 

Quanto à equipa fomos recebidos de forma calorosa e que nos transmitiu um ambiente familiar, quer pela proprietária quer pelos seus colaboradores. A única melhoria aqui se possível seria uma maior interação dos sushi man, o espaço e a montagem da sala permitem uma aproximação maior aos clientes o que tornaria a experiência ainda melhor.

 

Resumindo, comida 5 estrelas, colaboradores 5 estrelas, peixe 5 estrelas, uma viagem de degustação Maravilhosa.

 

Créditos das fotos Pakto

Guia Viagem Miami: Key West

Março 07, 2018

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Key West é um dos mais conhecidos Keys da Florida, é a ilha mais excêntrica e mais estranhamente bela.

 

Nesta ilha a orientação é bastante simples, nada a divide, não há baixa ou periferia, não há zona cultural ou boémia, tudo se mistura. aliás é bastante simples, se de um lado da estrada existem galerias de arte luxuosas, vilas caribenhas e festivais literários do outro bares com jovens a embebedar-se, desfiles e festas gay ou simplesmente lojas com t-shirt cómicas e absurdas.

 

Enquanto que nas outras keys existe um ambiente familiar e calmo, aqui a loucura impera. Desde sempre um destino para a comunidade gay e artística.

 

Revelamos aquilo que não pode perder:

Mallory Square – A avenida das festas e bares. De dia a calma dos habitantes e turistas mais velhos que fazem as suas compras nas lojas instaladas nas casas típicas coloniais das caraíbas, assim que o sol se põe homens que engolem fogo, música e diversão.

 

Duval Street – A mais louca rua de Key West em que os espetáculos de drag Queens se mistura com as bebidas luminosas, néon, teatros, cinema e lojas de roupa kitsch.

 

Hemingway House – casa colonial espanhola onde viveu Hemingway de 1931 a 1940

 

Florida Keys Eco discovery Center – museu da biodiversidade dos keys da Florida

 

Fort Zachary Taylor Historic state Park – parque publico onde ainda restam as ruínas de um forte e é conhecido amplamente por uma das melhores praias da ilha.

 

Key west Cemetery

 

Nancy Forrester’s Secret Garden

 

Little White House

 

Bahama Village – um bairro típico das Bahamas

 

Casa Antigua

 

Key west Lighthouse – o farol da ilha onde poderás subir os 88 degraus e ter uma vista impressionante.

Southernmost Point – provavelmente o ponto mais turístico de toda a ilha, este bidon gigante vermelho e preto marca o ponto mais a sul dos Estados unidos da América. Dali a 90 milhas consegue-se alcançar Cuba.

 

Dicas

Se pensas que Key West é um paraíso dos trópicos com excelentes praias poderás estar enganado, para isso qualquer dos keys que passarás para cá chegares serão melhores. Existem poucas praias públicas e não são as melhores do mundo. Assim tens duas soluções vais a uma das melhores South Beach, Higgs Beach ou smathers Beach, ou vais a um clube privado para beberes um copo, alugas uma cadeira e poderás aí sim usufruir das melhores praias privadas.

 

Como ir?

Temos três opções para ti dependendo do tempo que disponibilizas para a tua viagem. Para ir até Key West só tens duas opções como meio de transporte ou autocarro ou carro, assim poderás alugar um ou em alternativa meteres-te dentro de um autocarro de passeio ou público (existem excursões diárias de Miami que podes efetuar por 1 ou 2 dias)

Aconselho a passares umas noites aqui, a animação é garantida.

 

Acompanha a nossa viagem a Miami

A grande familia espanhola

Março 06, 2018

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Uma grande familia espanhola que se reune em torno de um casamento precisamente no dia da final da copa do mundo com a presença de Espanha.

 

São cinco irmãos completamente diferentes, um deprimidio, um retardado, um médico aventureiro, um responsavel e uma criança de 18 anos que quer casar.

 

Um falido que pensa roubar a familia, um que sendo retardado é o que sabe dos segredos do seu pai, um aventureiro que sabe que afinal nenhum dele é filho do seu pai, um que ama a ex-namorada do seu irmão, um que ama duas irmãs.

 

Um filme que nos faz pensar que uma familia que poderá ser disfuncional vive em plena normalidade dentro da sua anormalidade.

 

Um grande filme para ver realizado por Daniel Sanchez Arévalo com participação de Héctor Colomé, Antonio de la Torre, Roberto Álamo, Quim Gutiérrez, Miguel Fernández e Patrick Criado.

 

Guia Viagem Miami: Key Biscane & Virginia Key

Março 05, 2018

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Tal como a sul do estado da Florida existem imensas ilhas designadas de Keys, também em Miami existem muitas ilhas algumas delas (as maiores em dimensão) também recolhem o nome de Keys.

 

Ora estes Keys são ilhas que se encontram ligados ao continente através de intervenção humana com a construção de pontes e viadutos. Virginia Key e Key Biscane são pontos que não podem faltar numa visita a Miami.

 

Para chegar a este destino tem diversas opções, através de autocarro partindo de Brickel ou de downtown, alugando um carro, ou desde Vizcaya Museum percorrer a pé as 7 milhas de pontes e ilhas – esta estrada Rickenbacker causeway ligará primeira Virginia Key e depois Key Biscane terminando no Farol do Cabo da Florida.

 

Uma coisa é certa a vista para o horizonte de Miami é brutal bem como os inúmeros parques públicos e praias.

 

Pontos de Interesse

Bill Baggs Cape Florida State Park: Como o próprio nome indica é o parque que alberga o Cabo da Flórida e o seu farol, sendo a estrutura mais antiga deste estado americano.

 

Biscayne Community Center & village Green Park: Um parque público com uma área enorme para crianças.

 

Crandon Park: Um parque com cerca de 1200 acres que se estende por 3 quilómetros ao lado da praia. Um paraíso, consideradas das melhores praias dos EUA.

 

Marjory stoneman Douglas Biscayne Nature Center: Um centro de natureza para conhecer a típica floresta subtropical do sul da Florida e a enorme fauna marinha.

 

Miami Sea Aquarium: Um ponto obrigatório, o sea aquarium conhecido em todo o mundo quer por albergar o show de orcas, o túnel dos tubarões, tartarugas marinhas bem como o raro mamífero manatim.

 

Sugestões

Caso consigas o que aconselho verdadeiramente é a levares algo para comeres e beberes durante este passeio dentro da mala e ires desfrutando dos muitos parques que vais encontrar fazendo um pic-nic.

No entanto, também existem bons restaurantes onde petiscar. Como é o caso de Boater’s Grill ou do Oasis Restaurant.

 

Sabe tudo sobre Miami

Lembram-se dos velhinhos Tamagotchi?

Março 04, 2018

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Pois é já passaram vinte anos desde o seu lançamento (originalmente lançado em 1996 no Japão), a maior parte das crianças queriam um bichinho de animação digital para brincar. Hoje em dia, se qualquer miúdo der de caras com um bichinho destes perguntará qual é a graça. Mas nós com os velhinhos telemóveis e bips, o tamagotchi era mais uma revolução.

 

 

Ora como estamos numa era de apreciar produtos “vintage” com relançamentos de produtos dos anos 80 e 90, como por exemplo o lançamento do Nokia 3310 e a Nintendo com a SNES, o Tamagotchi regressou em Setembro passado ao mercado japonês num formato mais pequeno que o original. Em 5 de Novembro, o animal digital passou a ser também comercializado nos EUA, por aproximadamente 15 dólares a unidade.

 

À exceção de tamanho, o dispositivo continuará fiel ao original. A dinâmica de jogo também permanece a mesma: o Tamagotchi simula um animal de estimação que deve ser alimentado, cuidado e limpo como os de carne e osso. Caso contrário, o inevitável acontece e o bichinho digital "morre".

 

No entanto, trazer os produtos antigos está muitas vezes associado a novos produtos. Pois bem, e é isso que a Bandai vai fazer em breve. Tal como o Pokemon Go, a Bandai criou o Tamagotchi Forever – uma app que permite criares o teu “moderno” tamagotchi. A essência é a mesma do passado com algumas novidades para compartilhar nas redes sociais, evolui o bichinho para outros níveis, interagir com outro tipo de jogos, poderá interagir com outros animais virtuais na cidade criada TamaTown.

 

Vamos ver se esta app se torna numa febre como era antigamente.

 

Já pode efetuar o pré-registo na app (que está disponível para android e ios) mas o jogo só chega a comercialização (download grátis, se bem que alguns componentes estará pendente de pagamento posterior) no próximo dia 15 de Março.

 

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Tamagotchi forever promete vingar.

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