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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Festival da Canção: a primeira semi-final

Fevereiro 19, 2018

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Ontem ocorreu a primeira semi-final do Festival da Canção na RTP.

Pois bem, há anos que sigo o festival da canção e a Eurovisão, independente se as musicas são mais comerciais, mais melódicas ou se na maioria não valem nada.

O ano passado a RTP tentou inovar convidando compositores e letristas não habituais deste certame, e parece que a fórmula deu resultado pois levámos pela primeira vez Portugal a vencer a Eurovosão com a música "Amar pelos Dois" da Luísa sobral e interpretada pelo seu irmão Salvador.

Num jeito "jazzista" a música além de ser diferente tinha uma melodia fantástica e a interpretação em português passou fronteiras.

Este ano ao que parece a RTP quer a mesma fórmula, volta a convidar diferentes tipos de compositores e esperam um milagre.

Aquilo quer condeno nesta primeira semi-final não será a RTP (apesar da dupla de apresentadores e o cenário sair dos anos 90) mas sim os muitos compositores que querem copiar a Luisa mas sem nada de mágico. Depois surgem ainda velhas carcaças que muito contribuiram para a musica portuguesa mas que também têm de perceber quando é a hora de parar e ceder o seu lugar aos mais novos.

Felizmente passou para a final 2 dos meus preferidos: Peu Madureira no "Só por ela" - um fado diferente e inspirador e Catarina Miranda e "Para Sorrir Eu não preciso de nada" qual bjork portuguesa.

 

 

 

Agora resta esperar o que aí vem na 2ª semi final e que os portugueses em conjunto com o juri RTP saibam escolher uma canção que nos honre.

A caminho da Eurovisão.

Sintra com Caprichos de Goya

Julho 08, 2017

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No próximo dia 11 de Julho o MU.SA – museu das Artes de Sintra inaugura a exposição Caprichos de Goya, uma parceira entre a autarquia e a CulturSintra, que irá proporcionar aos seus visitantes um contacto com as 80 gravuras deste pintor espanhol.

 

Esta exposição mundial já esteve em Lisboa em 2015, aliás onde ocorreu a sua estreia, e conta com 80 gravuras que são um esboço crítico social. Estão nestas gravuras de Goya espelhada a sociedade espanhol oitocentista, desde o povo, ao clero e nobreza, refletem vícios e maus costumes. E passado mais de 200 anos continuem atuais.

 

Goya, para os que não conhecem foi um pintor da corte espanhola (1746-1828) fundador do movimento romântico e precursor do impressionismo, considerado um dos maiores mestres da pintura do século 18.

 

“Caprichos” nasceu durante um período de debilidade do pintor, onde este observou a sociedade que o rodeava e quis transpor para a ponta do pincel todos esses “podres”.

 

Para quem não conhece a obra, tem oportunidade de a ficar a conhecer em Sintra até ao próximo dia 10 de Setembro.

Lion - A Longa Estrada para Casa

Junho 29, 2017

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Um filme baseado em factos verídicos de Saroo Brieley, e com adaptação da sua obra autobiográfica “A Long Way Home”.

 

Sinopse: Em 1986, Saroo, um jovem pobre indiano de cinco anos, perdeu-se durante a noite do irmão perto de uma estação de comboios enquanto este tentava arranjar algum trabalho em troca de umas rupias para comprar comida.

Quando Saroo se refugiou numa das carruagens para descansar, acabou por adormecer e ser levado para Calcutá, por onde vagueou sozinho durante semanas, sem saber que estava a 1500 quilómetros de casa.

Apesar de todas as dificuldades, conseguiu sobreviver até ser encontrado por um centro de crianças abandonadas e posteriormente adoptado por Sue e John Brierley, um casal australiano que residia na Tasmânia.

 

Agora, 25 anos passados, e a viver com a família adoptiva, Saroo começa a ter algumas reminiscências do que se terá passado no dia em que se perdeu da família.

Desolado, mas com uma necessidade imensa de descobrir as suas verdadeiras origens, estuda a linha de caminho-de-ferro através do Google Maps. Com algumas informações somadas a pressentimentos sobre lugares e pessoas, e acaba por viajando por esta plataforma digital encontrar a localidade onde vivia em criança.

Saroo viaja assim até à Índia, para conhecer a sua família, e reencontrar a mãe e os irmãos.

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Um filme dramático realizado por Garth Davis segundo um argumento de Luke Davies. Dev Patel, Nicole Kidman, Rooney Mara, David Wenham e Sunny Pawar dão vida às personagens principais.

 

Não posso deixar de referir a belíssima fotografia, a tentativa de captar a realidade da Ìndia, depois de lá ter estado tudo parece tão verdadeiro e natural. E por fim, referir o fabuloso desempenho de Dev Patel.

Para mim Dev não é apenas um ator de origens indianas que faz papeis de indiano, Dev Patel é um dos melhores atores da sua geração.

Jurassic World

Maio 22, 2017

 

23 anos depois voltei ao cinema com a minha família para ver o Jurassic World.

Há 23 anos atrás era uma criança sonhadora que ficou delirada com todos os dinossauros que surgiram na tela, que ficou fascinada com as criaturas que steven spielberg renasceu, fascinado com os rugidos do T-rex e assustado com o movimento assassino dos velociraptors.

Ontem 23 anos depois quando as portas do novo parque jurassico se abriram e começou a ouvir-se na sala de cinema aquela música melancolica voltei a ser uma pequena criança.

O filme não tem muitas novidades, o avanço tecnológico não trouxe nada de único, mas os dinossauros esses continuam a estar no imaginário de todos nós.

Vale pena ver para nos sentirmos novamente com 7 anos...

Um bom programa familiar.

 

As Raposas invadiram o Teatro Aberto

Maio 22, 2017

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Ontem foi noite de Teatro, fui até ao Teatro Aberto para assistir à peça de Lillian Hellman “The Little Foxes”, peça do ínicio do século passado (1939) que em 41 chegou ao cinema e que estreou em Portugal pela primeira vez em 1966.

Em primeiro lugar tenho de parabenizar a grandiosa adaptação e dramaturgia de Vera San Payo de Lemos e obviamente a maravilhosa encenação de João Lourenço. Sem dúvida alguma que este duo dá cartas em todas as peças que cria.

Mas afinal quem são as Raposas?

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As Raposas, espertas e matreiras, não são mais do que toda uma classe de pessoas que não veem os meios para atingir os fins, são capitalistas ansiosos por poder, por fama e por dinheiro, muito dinheiro. Acho que, transpondo para a realidade, essas raposas somos quase todos nós, obviamente com certos limites que no palco não se encontram.

Naquela mansão erguida sobre um douro vinhateiro reside uma família de grandes proprietários, são ricos que querem ser mais ricos, querendo expandir o seu negócio a todo o custo, querendo mais e mais capital, querem tudo aquilo que notas e moedas podem comprar.

São três irmãos: Regina, Ben e Óscar que herdaram dos seus pais a malvadez, a frieza e o oportunismo. São estas as verdadeiras raposas que se vão devorar e destruir tudo e todos os que os rodeiam para tentar alcançar o sucesso.

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Luísa Cruz, Virgílio Castelo e Marco Delgado interpretam estes três irmãos matreiros, cada um com a sua personalidade, cada um com os seus rasgos de maldade, cada um com mais ou menos coragem, mas três personagens bem delineadas e bem criadas pró estes três atores.

Mas a peça não vive só das raposas, vivem também das suas presas, aqui destaco o personagem de João Perry que faz uma cena super difícil, a cena do seu Ataque cardíaco e quase morte em palco. Ajuda os anos de experiência deste grande ator português, para criar este banqueiro débil e frágil. Depois temos também a louca e alcoólica Gracinda Nave, foi uma fabulosa surpresa, para mim foi a grande revelação, um personagem difícil que cria simpatia por parte do público mas que facilmente podia ser estupificado, mas que na minha opinião é fabuloso.

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Por fim quero apenas mencionar o elenco mais jovem, que com o empenho e dedicação não envergonham a companhia e que desempenham valentemente os seus papéis: Pedro Caeiro, Sofia Cabrita e a Diana Nicolau.

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Uma peça que nos faz refletir muito, que sendo de 1939 está super atual e que nos dias que correm acerta como uma luva.

No final das contas existem as raposas que destroem toda a terra por onde passam, qual praga de gafanhotos do Egito, e depois existem aqueles que veem as raposas a destruir e nada fazem. Poucos são aqueles que se emergem e não deixam o mundo ser engolido.

*fotografias de Teatro Aberto

Teatro SAX-Tenor no D. Maria II

Maio 22, 2017

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Ontem foi dia de Teatro, a escolha recaiu na peça Sax-Tenor em exibição no Teatro D. Maria II.

Uma história verdadeiramente arrepiante, com uma carga dramática, por vezes mesmo trágica.

A história é simples, num qualquer degredo, num bairro dos arredores de Santiago de Compostela em Espanha, num beco de prostitutas, loucos, chulos e oportunistas acontece um assassinato de um jovem “músico” de saxofone tenor... esta é a premissa para o início do espetáculo.

Sempre debaixo de chuva, tal como lágrimas derramadas pelo jovem, ou pelo contrário refletindo a falta destas lágrimas de compaixão, a história vai-se desenrolando ao jeito de flashback durante uma entrevista ao personagem principal da peça, aquele galego que se denomina Tio Sam.

É este homem, que não pertence verdadeiramente ao bairro mas que aqui se sente bem, bêbado, gasto, mas com um coração de oiro que vai apresentando toda a história e todos os personagens.

A partir daí, nós próprios nos sentimos uns detetives, para tentar perceber quem? Quem matou o jovem sax-tenor?

Tudo isto num primeiro ato regado de mistério, onde Passarinha a prostituta mor do bairro se evidencia no meio de todos os outros, a Pranhuda, o Sinatra, o Almirante louco, o pequeno Gigante, o Judeu, Hortense a louca e velha prostituta, a Lola – filha do Judeu, Valentim que aqui é valentão.

Um grupo de personagens riquíssimo, que depois é ainda completado pela mãe e pai do morto.

Num 2º ato também misterioso e depois de desvendarmos quem matou o sax-tenor, ficará a questão e quem matou a sua mãe.

Uma história fabulosa, cheio de tristeza, tragédia, drama, loucura, amargura que todos deviam ver. Nós próprios nos podemos comparar a esses personagens, cada um é quase como que um defeito nosso ou uma nossa virtude. É isso que permite este espetáculo, analisar-mos a nossa sociedade. No final de contas, poetas e loucos todos somos um pouco!

Tenho de salientar dois pontos negativos na minha perspetiva, a tradução do texto poderia conter menos asneiras, ou alterá-las, chocariam na mesma mas não cansava. Depois os 2 polícias bêbados, ignorantes, corruptos e que buscam no fim da noite as putas deste bairro, funcionaria melhor se fossem verdadeiramente 2 homens em vezes de figuras femininas encobertas por capuzes.

Mas tenho que salientar o excelente trabalho de ator, as excelentes interpretações de Paula Mora, João Grosso e da Passarinha (não sei o nome da atriz lamento). A encenação é fabulosa, muito bem pensada e criativa, o desenho de luz ténue e sombrio é maravilhoso, o cenário está perfeito para este drama e depois os figurinos que são vistosos, adaptados, contemporâneos, são brilhantes.

É ver até final do mês.

Amor e Informação: Uma noite de Teatro Inesquecível

Maio 22, 2017

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“Ama-se e deixa-se de amar, perde-se a memória de quem se amou, recorda-se os tempos de amor, faz-se o luto, vai-se à procura da intensidade do sentir longe da civilização, tem-se uma paixão virtual difícil de explicar, idolatra-se uma estrela até à loucura. Quer-se saber mais, esconder o que se sabe, revelar segredos, não esquecer nada, conhecer o futuro, perceber a dor, o medo, o significado das palavras, o sentido da vida” - É esta a apresentação da peça “Amor e Informação” que se encontra em cena no Teatro Aberto em Lisboa, e que ontem assisti com enorme prazer e deleito.

Uma peça de teatro diferente das muitas que hoje estão em cena nos nossos teatros, uma visão atual da sociedade do conhecimento, da antiga sociedade polegar que hoje dá lugar ao “touch”. Entre uma excelente seleção Vídeo, a caixa mágica que poderá ser qualquer televisão ou um tablet abre-se diante do público para assistir a um sem fim de cenas.

Ao início estranha-se, depois entranha-se e por fim vive-se, é como se estivéssemos a fazer o nosso próprio zapping da vida. Da nossa vida, da de pessoas que conhecemos. É um desenrolar de 50 histórias com centenas de personagens que nos percorrem o cérebro fazendo-nos pensar. Afinal todos queremos o mesmo: Amor e Informação.

João Lourenço arrasa quer na adaptação da dramaturgia de Cary Churchil, quer na encenação fabulosa e extremamente eficaz, quer no seu cenário (em conjunto com António Casimiro) que é pensado magnificamente para o desenrolar desta peça.

Um elenco vasto, com figuras que João Lourenço já nos habituou, onde não podia faltar a grande Irene Cruz. Mas é especialmente os atores mais jovens que me fizeram sonhar e acreditar que o Teatro Português pode continuar em ascensão, basta que haja também interesse público e político.

Tenho que salientar a interpretação de Ana Guiomar, João Vicente e Rui Neto, que a maior parte de todos deve conhecer das telenovelas portuguesas. 3 Jovens da minha geração que brilham nos mais infindáveis papéis. A cena de Ana Guiomar da fanática, a cena da Memória e do artista dos quadros de João Vicente, a versatilidade de Rui Neto com o seu olhar profundo são verdadeiramente fabulosas.

Mas a grande revelação para mim é a de Patricia André, nunca a tinha visto a pisar um palco, e fiquei apaixonado. Parabéns! Nas muitas personagens que faz muda de caráter, de estilo, de intensidades, de sentimentos até fisicamente. A cena do laboratório em que com um ar cómico/assustador relata o corte das cabeças dos pintos é um sonho!

Por fim tenho apenas que entristecer-me com uma coisa... Nem tudo é perfeito! Neste caso apenas a plateia, que se encontrava quase vazia. É uma pena que este elenco não tenha todas as sessões esgotadas.

Está na hora de olhar para o Teatro como parte integrante da cultura da sociedade Civil!

Talvez agora com a possibilidade de investimento estrangeiro na cultura para obter os vistos Gold alguma coisa mude... Venham chineses, venham russos e angolanos que apoiem o Teatro.

Amor e Informação recomendo Vivamente. 4 Estrelas!

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Le Profs - os piores professores de França

Maio 22, 2017

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E se uma escola secundária tiver maus resultados nos exames nacionais? A escolha acertada do ministério de educação seria reforçar e garantir a competência dos professores que lá lecionam e garantir a qualidade do ensino.

Poderia ser esta se não existisse nos corredores do ministério secretários que ambicionam o mal do ministro e que querem a cadeira do poder, aí a solução é simples: contratar os piores professores do país e coloca-los à frente dos alunos finalistas do secundário.

Esta é a premissa para Les Profs, filme francês de 2013 do realizador Pierre François Martin-La Val baseado na banda desenhada francesa com o mesmo nome.

Uma comédia que não colheu as melhores críticas cinematográficas, mas que na minha opinião é uma excelente comédia para nos divertirmos, aliás acho que seja essa a verdadeira função de um filme cómico.

A história é simples, mas está recheada de personagens fantásticas e que daria a qualquer actor muito gosto em as trabalhar. Claro que além dos alunos do liceu, em especial Boulard o repetente e indiscplinado aluno, quem realmente brilha são os “profs” – os 7 magnificos – Amina, A bonita e gostosa professora de Francês, o enigmático Maurice professor de Filosofia, o louco e desastrado Albert professor de química, o fatigado e zen professor de matemática Cutiro, o exigente e militarizado professor de desporto Eric, a doida-varrida professora de Inglês e o pretende a professor de história e apaixonado por Napoleão Polochon. Os 7 vão virar a escola do avesso mas no final…

O final pode ser surpreendente por isso deixo em aberto para quem o queira ver.

Destaque para Pierre François Martin La Val que desempenha o papel de Polochon, Christian clavier no papel de Cutiro e Isabelle Nanty na louca Gladys.

Apesar das críticas este ano vai haver sequela – prof 2.

Um pequeno trailer do filme. Divirtam-se

 

Song of the day ... Paradise

Abril 13, 2017

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E para inspirar a semana nada como Paradise dos Cold Play... Adoro.

 

When she was just a girl she expected the world
But it flew away from her reach
So she ran away in her sleep and dreamed of
Para-para-paradise, para-para-paradise, para-para-paradise
Every time she closed her eyes

When she was just a girl she expected the world
But it flew away from her reach and the bullets catch in her teeth
Life goes on, it gets so heavy
The wheel breaks the butterfly every tear a waterfall
In the night the stormy night she'll close her eyes
In the night the stormy night away she'd fly

And dream of para-para-paradise
Para-para-paradise
Para-para-paradise

She'd dream of para-para-paradise
Para-para-paradise
Para-para-paradise

La-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
And so lying underneath those stormy skies
She'd say,… 

 

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