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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

8 Dias para Paris - sugestões?

Janeiro 28, 2016

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Faltam 8 dias para levantar voo em direcção à cidade luz.

Desta vez somos muita gente entre adultos e crianças, uns 18, que vão tentar desbravar ao máximo a cidade luz durante dois dias, e depois partir em direcção à Disneyland para curtir a infância que existe em cada um de nós por 3 dias.

Somos muitos, queremos absorver Paris ao máximo em pouco menos de 48 horas, por isso temos de sintetizar, e resumir, escolher bem o que queremos ver e divertir-nos muito.

Por isso se alguém quiser dar umas sugestões, aceita-se!

Felizmente esta já é a minha segunda visita a Paris porque se não iria saber a pouco...

Paris J'adore

Aqui me encontro

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A Páscoa e as minhas tradições

Abril 02, 2015

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Foi há milhares de anos que a Páscoa, cristã, começou a ter as suas celebrações, mas a sua tradição inicial chegou muito antes disso.

Celebrada por muitas religiões, cada qual festejando por motivos diferentes, entre os quais os celtas que comemoravam o ínicio da Primavera.

As minhas tradições assentam numa morte de Cristo e da sua resurreição no próximo Domingo. Se formos a analisar bem as coisas é o rejuvenescer, o renascer, o desabrochar tal como a chegada da Primavera.

Hoje e desde há alguns anos a esta parte, a Páscoa começa na 5ª feira com um almoço de confraternização com os meus colegas de trabalho. Este ano lá vou ter com o pessoal da Av. Berna. Apesar de ter saído de lá em Outubro, estes amigos lembraram-se de mim e convidaram-me para festejar com eles. É uma prova da amizade, do respeito, e do espírito de equipa e sacrífico que ficou durante 2 anos e meio de trabalho em conjunto.

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Depois chega a 6ª feira, dia de em tempos rumar toda a família ao Mar para apanhar percebes, mexilhões e lapas. Agora que a idade começa a pesar nos meus parentes mais velhos deixamos de descer as arribas do Cabo da Roca para irmos apenas ao mercado buscar as tão desejadas conchas. Para mim que não sou muito fã, abençoadas conquilhas que me enchem o estômago.

No Domingo, por norma, almoço em família onde se volta a comer a carne e termina o jejum. Algum assado no forno vai fazer-nos companhia à mesa. Este ano, em festa dupla para comemorar o 50º aniversário do meu tio.

Este ano ficamos assim, mas em tempos, a Páscoa prolongava-se na 2ª feira. Na Terra perdida da Beira Baixa - Ladoeiro, na 2ª feira a seguir à Pascoa, toda a gente rumava aos montes em peregrinação à Santa Catarina, para conviver com centenas de amigos e familias num mega piquenique onde não faltavam os ovos verdes da minha saudosa avó Maria e os borrachões que adoro.

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Nem tudo está esquecido... espero que a minha tia me faça uns ovinhos verdes para domingo, e espero os borrachões que a minha colega Isabel Rebelo me trará para a semana das terras de Idanha.

E não me posso esquecer dos ovinhos de chocolate que me ofertavam enquanto era criança e das "amêndoas" de licor que toda a gente adora e que a minha avó Elisa trazia de Lisboa, nessa altura em que Lisboa parecia um país distante da Azóia.

E são estas as minhas tradições...

 

E o ano de 2014 está prestes a terminar

Dezembro 30, 2014

Este ano que está prestes a chegar ao fim teve muitas coisas positivas mas também me trouxe algumas coisas menos boas, poucas mas dolorosas.

Saliento as viagens fabulosas que fiz como das melhores coisas que aconteceram: Nova Iorque e Finlândia. Ambas tão diferentes mas igualmente saborosas. O movimento e o rebuliço de uma cidade contrastando com a calma e o frio de um outro país. Adorei, é a viajar que realmente conhecemos o mundo onde estamos, e como nos podemos caracterizar "pequeninos".

A minha peça "Um Pátio com Cantigas" teve as ultimas apresentações no mês de Março de 2014, marcando um record de bilheteiras, de espetáculos. Além do reconhecimento dos meus pares e do público, tive a certeza que aquilo que construí tinha muito valor, com a publicação de uma reportagem na revista Incena - revista dedicada a Teatro.

Depois tive momentos agridoces, profissionalmente falando. Se bem que fui promovido, o que realmente teve um sabor muito agradável, ser reconhecido pelas minhas chefias, por outro lado tive ou ainda tenho a incerteza do futuro... a empresa onde trabalhava e do qual acreditava verdadeiramente colapsou. Porquê? Talvez porque a exigência e rigor impostos a todos os colaboradores não fossem seguidos pela administração. Agora vivemos uma Nova Vida, e o futuro apesar de incerto parece bem mais sorridente.

Depois existem todos os outros momentos, pequenos, mas de valor, compartilhado com familia e muitos amigos.

Posso concluir que sou feliz e que o ano está em saldo positivo, portanto aquilo que peço para o Vizinho 2015 e que seja pelo menos igual a 2014.

Assim sendo irei sorrir sempre com a determinação e a garra que me define!

Adeus 2014!

2015 ...

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