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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Diário de Viagem das Maurícias

Junho 17, 2015

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Maurícias é um arquipélago situado no meio do Oceano Índico, rodeadas por uma excelente barreira de coral e com um clima tropical que consegue tornar esta ilha uma das mais verdes de África repleta de fauna e flora diversificada.

Um povo composto por várias raças e crenças faz desta ilha um autêntico cruzamento de culturas, aqui indianos, africanos, com mulcumanos, hindus, chineses e católicos oriundos de França e Inglaterra dos tempos coloniais.

É fácil misturar-se os cheiros e os sabores de Chop soi chinês, com Caril indiano, Pratos árabes e pratos d edegustação franceses com os seus molhos de natas e manteiga.

Uma ilha super diversificada que se dedica ao turismo e à agricultura. São visiveis em toda  aparte da ilha as muitas plantações de cana de açúcar para a produção de açucar e rum, os muitos quilómetros de plantações de chá e de baunilha, o muito marisco e peixe que o oceano oferece.

 

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Uma ilha que não é grande mas que devido às suas caraterísticas geográficas, com muitas serras repletas de vegetação e uma costa recortada por muitas baías para fazer qualquer quilómetro é uma aventura.

As estradas são estreitas, conduz-se pela esquerda, não há muita sinalização, a condução é trágica,à noite iluminação pública é rara, o que fez com que tivesse das minhas maiores aventuras automobilisticas.

É verdade que podia ter comprado pacotes e pacotes de excursões, alugado táxis mas partir à aventura é partir à aventura, seguir os meus próprios caminhos, contatar com o povo verdadeiro, ver aquilo que se quer mostrar e o que está oculto à maioria dos turistas.

Fiquei hospedado no Ambre Hotel, um resort com luxo e comodidades para o descanso verdadeiro e merecido, situado em Belle MAre, parte oriental da ilha. Não é a zona mais turística, mas na minha opinião é sem dúvida uma das melhores e mais centrais para desbravar esta ilha.

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Resumidamente vou tentar fazer um pequeno guia de viagem com locais que ninguém poderá perder:

Em primeiro lugar ter carro alugado com depósito cheio e dirigir-se a Curepipe, aqui nesta cidade já bastante desenvolvida poderá encontrar o Jardim Botâncio, a Fábrica dos barcos (neste caso dispensámos pois era turístico demais) e Trou aux Cerfs - a cratera do vulcão que deu origem a esta ilha, com a sua lagoa, beleza natural magnífica.

No caminho até chegar a esta cidade vai percorrendo Flacq, Poste de Flacq e Quartier Militaire - cidades e povoaçõe smais ou menos densas mas que as suas barracas coloridas, as gentes repletas de cor pelos saris alegram as passagens.

Continue estrada pela selva e pelas montanhas repetas de vegetação até Boi Cherie, nesta zona vai poder ver plantações d echá intermináveis, a sua forma d ecolheita e o seu tratamento. Se é fã de chá compre, pois é de um sabor formidável.

Bem perto Grand Bassin no alto do cume de uma montanha, com um milagroso lago, está situado o maior templo Hindu da ilha - obrigatório visitar.

Depois podemos tomar dois rumos o destino de St. aubin a sul ou subir montanhas em direcção a Charamel.

Optámos pelo descobrir a selva...

Alexandra's Watwerfalls - delicie-se nesta svistas magníficas, com as cascatas a cair abruptamente, e uma paisagem fabulosa de toda a costa oeste da ilha, rodeado por macacos que pulam entre árvores

 

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Temos a hipótese de continuar até às Cascatas de Black Gorges, um dos maiores rios das Maurícias, uma visão fabulosa.

 

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Pare no caminho e vá comendo umas goiabas ou mangas que prosperam nas árvores junto à estrada. Depois visite a Rhumerie de Charamel, aqui pode fazer uma prova de rum fabulosa e claro trazer algumas "amostras" para consumo em casa.

 

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Em Charamel conheça a terra das 7 cores, um pedaço de terra - reserva natural onde vai poder ver a selva verdadeira e um chão com várias tonalidades de castanhos, a dourados e vermelhos.

 

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A aventura de conhecer toda a costa desde La Morne até Flic en Flac é uma delicia com paisagens maravilhosas e onde pode assitir a um pôr do sol deslumbrante.

 

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 Depois temos toda a costa oriental da ilha com praias e baías lindíssimas e ilhas a acompanhar o horizonte.

 

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 Blue Bay - Sudeste

 

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 Ile aux Cerfs - Este

 

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 Podre D'or - este

 

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 Grand Baie - Norte

 Conheça a capital de Port Louis, sem dívida uma cidade diferente, onde regras de trânsito parecem não existir, onde a maior parte da população da ilha reside, onde há confusão, barulho, fumo dos carros misturado com os muitos fumos da queima de incensos. Não é um sonho de beleza, mas é obrigatório passar por lá para tomarmos conhecimento daquela realidade.

Depois existem inúmeros parques naturais que pode visitar desde os mais ligados à terra e outro ao mar.

Para mim foi obrigatório o Casela Park na zona oeste central da ilha onde pude percorrer uma ponte nepalesa com 120 metros de altura e fazer slide sobre a selva.

 

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Depois o contato com os leões desta reserva é emocionante, fantástico, um sonho.

 

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 Depois temos a possibilidade de conhecer o fundo do mar e navegar nas barreiras de corais, aconselho sem dúvida as da zona sul e este da ilha, muito rico em fauna e flora marítima.

 

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 Uma viagem de sonho, de alegria, de diversão e de Aventura.

Aconselho a todos a experimentarem... E agora é pensar na próxima...

#Mauricias - parte 1

Junho 02, 2015

Depois de muitas horas de avião, eis que se vislumbra lá dos céus uma pequena ilha verdejante perdida no Índico.

O primeiro impacto nem sempre é o acertado mas até agora tem sido...

Esta ilha africana com calor e um clima sub tropical é única. Pelas curvas apertadas junto a um mar de cores turquezas, vamos tal como cobras serpenteando pelas grandes plantações de canas de açúcar.

Aqui e ali pequenas vilas piscatórias com as suas barraquitas coloridas entretêm as paisagens. Apesar de estar em África, aqui as cores são indianas, mulheres desfilam os seus saris pelas ruelas e becos.

No ar misturam-se os cheiros de frutas tropicais maduras com caril, açafrão e comidas carregadas de especiarias.

A chuva vai tão depressa como chega, as nuvens cinzentas que carregam as montanhas rasgam-se por um sol brilhante.

E as águas carregadas de vida chamam por mim...

E eu? Eu estou a adorar..

Não quero desTAPar os olhos

Maio 15, 2015

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A TAP – companhia aérea de bandeira portuguesa, nunca foi tão falada em todos os media do mundo. E a situação é complicada.

Após prejuízos avultados, e de acordo com instruções da Troika, o governo de Passos coelho pensou que a única oportunidade de sobrevivência desta empresa seria a sua privatização.

A TAP é uma gigantesca empresa com milhares de funcionários, com ordenados milionários e onde estão assentes sindicatos poderosíssimos e riquíssimos.

Lutam principalmente os pilotos contra a privatização, ou melhor, lutam pela garantia de permanência no novo capital social da empresa. Daí efetuam 10 dias de greve com adesões baixas para a temática. Os sindicatos dizem que foi uma vitória, o governo e a administração da TAP dizem que foi uma vitória, os pilotos dizem que foi uma vitória, parece que quem saiu mesmo derrotado de tudo isto foram os restantes funcionários da transportadora aérea e obviamente os seus clientes.

Com uma frota velhíssima, com muitos aviões prontos para o abate, com uma empresa de manutenção brasileira que a cada dia que passa afunda mais a liquidez da empresa, que conta com um passivo de liquido de 500 milhões de euros, o futuro parece difícil.

Mas enquanto há esperança tudo pode acontecer.

O governo avança mesmo para a privatização mesmo contra as vozes que surgem, incluindo os da oposição de esquerda.

Entretanto, 7 empresas mundiais solicitaram informações sobre a mesma para saberem se avançarão para a compra. Ao que parece neste momento apenas existem 5 interessados e que terão de apresentar a proposta definitiva hoje até às 17H00.

Entre eles estão 2 fundos americanos, a Azul – uma companhia aérea brasileira, o grupo brasileiro Bozano e Gávea Investimentos.

Na minha modesta opinião, concordo com a privatização desta empresa, no entanto acho que o processo de privatização foi pouco estudado, só destrui valor para a TAP, ou se virmos por outro lado, só minimizou encargos para os potenciais compradores (favores de V. Exa.)

Aquilo que espero é apenas que esta privatização não volte a pesar nos bolsos dos contribuintes, que contribua para o avanço da economia portuguesa e que acima de tudo mantenha a TAP no top das companhias aéreas europeias.

Não quero destapar os olhos com receio do que poderá acontecer.

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