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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Droga-me a Vida!

Maio 24, 2015

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Droga,

uma necessidade, uma força suprema

que nos prende a ela como umas algemas,

onde a chave se encontra bem longe ou já se perdeu.

Começa uma vida a despedaçar-se,

devido à curiosidade maldita,

a espuma cai-nos dos cantos dos lábios,

viscosa, nojenta, branca e borbulhenta.

A vontade de voltar a tomá-la entra em qualquer espírito,

e cada vez mais,

aquele pó branco brilhando no escuro de uma casa degradada.

A minha primeira vez foi dolorosa,

pior do que me cortarem a língua,

espetei a agulha, o sangue saía pois não encontrava a veia

para inejtar a poção mágica que me levaria às nuvens.

O foguetão começou a partir,

desta vez lá para baixo, para o inferno,

a vida passou toda pelos meus olhos,

perdi a força nos meus membros e quando acordei estava num parque

com 500 paus no bolso, pronto para arrumar mais um carro.

É o que acontece.

A droga é uma porta que se abre com bastante facilidade

e serve de salvaguarda a quem tem medo da vida.

Quem a encontra, perde-se.

Quem a perde, morre.

 

By Pedro Miguel Carvalho

Vinho do Porto bate recorde em leilão

Maio 21, 2015

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A Casa Ferreira, produção de Vinho do Porto deste finais de 1700 e que teve o seu explendor no século XIX com a D. Antónia Ferreira, alcançou um feito fabuloso.

Uma garrafa de reserva vintage de 1815, alcançou em Londres o preço recorde de 6.800 euros.

A história é simples, é um vinho raríssimo, existe pouquíssimas garrafas desse ano. E Porquê? A história é curiosa: Em 1815 ocorreu o final das batalhas de Waterloo com os militares Ingleses, como Wellinghton, a destronar Napoleão. Noites de festas se seguiram à vitória e sempre regadas com o famoso e fabuloso Vinho do Porto. A Produção não era como hoje em dia, e esgotaram.

Assim, apenas a Casa Ferreira mantém algumas garrafas dessa colheita.

O comprador foi um inglês anónimo que é fã dos nossos vinhos do Porto, e que já anteriormente tinha provado esta colheita. Para ele era obrigatório conseguir a garrafa.

Além do nome do vinho do Porto, do Douro e de Portugal estarem nas bocas do mundo, o que é fantástico, as receitas deste leilão vão ser doadas à APELA - Associação Portuguesa de doentes de esclerose Lateral Amiotrófica.

Uma grande iniciativa.

BoyHood: Cinema em Casa

Março 24, 2015

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Uma noite de cinema, desta vez em casa, sentado no sofá enquanto lá fora o vento soprava como se chegasse o fim do mundo.

A escolha recaiu sobre o tão falado filme BoyHood, que conseguiu nos festivais de cinema alguns prémios, de salientar o personagem de Patricia Arquette.

A ação desenrola-se nos Estados Unidos da América, mais propriamente em Houston e cidades vizinhas. Um ambiente texano que confere imagens bonitas e uma cor avermelhada à película. Segue-se a vida de um jovem, desde tenra idade até se tornar um jovem adulto quando entra para a faculdade.

O filme é excelente? Não. É um filme simples, como há muitos, que aborda o tema da família e do quotidiano do personagem principal. Podemos ver a sua evolução, e estudarmos um pouco a psicologia humana. Se não soubéssemos como foi rodado, e quanto tempo durou a rodagem, era um filme que passaria despercebido.

Por isso, para mim, o prémio será mesmo entregue à realização e á produção que com os mesmos atores desenrolou esta história e acompanhou a vida destes personagens ao longo de vários anos. Parabéns por isso.

Depois à atriz que arrecadou a estatueta dourada para melhor atriz secundária, saliento o empenho e a interpretação. Teve sorte, este ano a concorrência era fraca, mas valeu-lhe o discurso ao receber o seu prémio.

Vê-se, mas esperava melhor.

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Pompeia - Cinema em Casa

Janeiro 05, 2015

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E ontem foi noite de Cinema em Casa.

A película escolhida foi Pompeia, filme de Paul W.S. Anders - 2014, que retrata de uma forma novelesca a destruição de Pompeia, antiga cidade do império Romano, a sul de Roma.

Num estilo épico a ação desenrola-se no século I D.C., onde um escravo celta (Kit Haringhton), capturado nos territórios romanos da Bretanha é transformado em gladiador. Com sede de vingança pelo assassinato de toda a sua família, este jovem vai lutar pela sua vida contra os romanos que se atravessarem à sua frente.

É na viagem para Pompeia que conhece a sua paixão, filha do senador dessa cidade (Carrie-Anne Moss). Depois é mais uma história de amor ao estilo de “Gladiator”: o jovem gladiador destrona todos os seus adversários e luta pelo amor da sua menina.

A colmatar este romance épico está realmente fatores históricos reais, neste caso, o acordar do vulcão do Monte Vesúvio e consequentemente a destruição da cidade de Pompeia, que ainda hoje podemos visitar em ruínas.

Gostei especialmente do fim, o argumentista poderia dar o final esperado por todos: todos morriam exceto o casal, mas não, acaba por petrificar o casal num beijo apaixonado quando o magma solidifica o seu amor... São imagens diferentes para o mesmo fim – Amor eterno, neste caso preso numa estátua.

Um filme que vemos com bastante facilidade, não fossem os inúmeros efeitos especiais para recriar edifícios, multidões e coliseus romanos, com erupções vulcânicas à mistura, e uma banda sonora repleta de momentos dramáticos; no entanto é mais um filme do mesmo género sem nada de novo para revelar.

Pontuação 2 em 5.

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