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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Os sabores de Amesterdão

Março 14, 2018

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O clima frio e a proximidade do mar aliado ao espírito de aventura dos holandeses transformaram este povo em excelentes agricultores, pescadores exímios e pessoas que amam pratos quentes e reconfortantes. Tudo isto influencia a cozinha holandesa.

 

A gastronomia típica do país não é em nada parecida com os seus vizinhos franceses apesar de terem um molho com o seu nome (molho holandês), a verdadeira essência desta culinária são o sabor dos produtos que a terra e o mar lhes dão.

 

Assim, a batata, o queijo e o peixe tornam-se reis e senhores da maioria dos pratos típicos. Tentaremos apresentar os pratos de maior destaque e onde os poderá provar.

 

Maatjes Haring: Arenque cru com cebola e pepino picados. É simples, agarra-se pela cauda este peixe abundante e mete-se todo na boca (tipo jaquinzinhos), ou poderá dispô-lo sobre uma fatia de pão (tipo sardinha). O melhor local para provará esta iguaria tão apreciada pelos holandeses é na rua, ou seja, nas muitas barracas que povoam as ruas da cidade.

 

Gerookte Paling: Enguia fumada que chega a Amesterdão de Ijselmeer é servida com torradas e regada com sumo de limão.

 

Patat: são simplesmente batatas fritas (os holandeses adoram estas batatas tal como os belgas) que são servidas num cartucho de papel e que podem ser regadas com qualquer molho, eles preferem a maionese. Há muitas bancas de rua e pequenos restaurantes que as servem, e é raro não ver estes cartuchos nas mãos dos holandeses ou turistas por todas as ruas da cidade. Segundo dizem, as melhores batatas são no Restaurante Vlemickx.

 

Bitterballen: bolinhas de carne é a melhor tradução mas será difícil explicar o que é pois é uma mistura entre almôndega e croquete. São muitas as bancas de rua que as vendem e são servidas com a excelente mostarda holandesa.

 

Erwtensoep: é uma sopa de ervilhas muito espessa que não é do agrado da maioria das pessoas, parece cola para papel parede. O Restaurante Nieuwezids Voorburgwal é especialista neste petisco.

 

Hutspot: a tradução literal deste prato é miscelânea e é isso mesmo que este prato é, um pote de guisado com batatas, carne e cenoura esmagada. Há ianda uma outra versão que é com puré de batata, couve, bacon e salsinhas fumadas a que chamam de Stamppot boerenkool.

 

Kas: Queijo é sem dúvida uma das iguarias holandesas que consegue ser do apreço dos nativos, dos turistas e de todo o mundo que importa em grande escala os maravilhosos queijos holandeses como o Gouda ou o Edam. Existem muitas curas dos queijos e já muitas receitas que misturam o tradicional queijo com ervas aromáticas, trufas, alho e afins. As opções são muitas tantas como as milhares de lojas que as vendem, mas opta por uma de qualidade e se conseguires ir a uma fábrica fora de Amesterdão aproveita, são muito melhores.

 

Para acompanhar com todas estas iguarias os holandeses preferem sempre cerveja. Existem muitos tipos de cerveja mas a Grolsch e a Heineken são as eleitas.

 

As sobremesas também são deliciosas mas sobre isso falaremos num outro post, acompanha tudo em Amesterdamtrip.

Breve história de Amesterdão e da Holanda

Março 11, 2018

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O nome da capital dos países baixos está diretamente ligado ao rio Amstel, o seu nome “Aemstelredamme” significa dique do rio Amstel, e surgiu obviamente devido à criação do dique deste mesmo rio que permitiu a criação da cidade. Desde sempre que o rio, os canais e a água estão diretamente ligados a Amesterdão.

 

Em 1125, surgem os primeiros pescadores que se instalaram na foz do rio Amstel e construíram cabanas e aterros para proteção das cheias. O rápido crescimento da população e da importância dos lordes da cidade fizeram com que se iniciasse uma séria de conflitos feudais entre estes e os condes da Holanda.

 

1275, é uma data que celebra o fim das portagens. O Conde Floris V da Holanda, que entretanto governara o território, concedeu aos seus súbditos isenção de portagens no transporte de mercadorias pelo rio através de Haia. Esta ação permite um maior desenvolvimento e procura comercial pela cidade e consequente o aumento da sua importância.

 

O Milagre de Amesterdão em 1345, trouxe à cidade peregrinos e a importância da igreja. Reza a história que numa casa em Kalvestraat um padre deu os últimos sacramentos a um moribundo, este não conseguiu ingerir a hóstia e por isso lançaram-na ao fogo. No dia seguinte encontraram-na intacta. O corpo de Cristo que supostamente não derretera no fogo deu importância religiosa à cidade.

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1519 é o ano em que Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico e primeiro de Espanha, herda de sua avó a casa de Habsburgo, casa esta que nos tempos medievais dominava os condados da Holanda. Amesterdão devido à sua ligação ao mar e ao rio torna-se num importante porto para este rei, e com a chegada dos países do Novo mundo espanhol, esta cidade torna-se o segundo porto comercial mais importante da Europa, só ficando atrás de Lisboa.

 

1566 é o ano que marca a mudança e a revolução, cansados do rei católico espanhol e do aumento do protestantismo dá-se uma série de rebeliões em todos os países baixos que destroem igrejas. No entanto, Amesterdão já primando pela liberdade e tolerância manteve-se um pouco à parte desta revolução. Apenas em 1578 se verifica a instalação do protestantismo como religião na cidade numa manifestação pacífica a que chamam de Alteração chefiada por Guilherme de Orange, desde essa data que a cidade torna-se numa capital protestante de uma república holandesa proibindo o culto católico em público mas tolerando o culto em privado.

 

1609 é o ano que marca o inicio da Era de Ouro de Amesterdão, uma era onde a riqueza chegou em força à cidade e com ela os vários movimentos arquitetónicos e artísticos que transformaram a cidade num berço de arte. Criam-se novos canais e casas luxuosas nas suas margens – Grachtengordel – considerado hoje em dia pela Unesco como Património Mundial. Erguem-se nomes como Rembrandt e Hendrick.

 

1634 é o ano que marca a entrada da cotação da tulipa na bolsa de Amesterdão. Começa a época da “tulipomania” com a importação dos bolbos da Ásia desde os finais do século XVI, a flor torna-se numa fonte de negócio e riqueza por toda a Holanda.

 

Durante todos os anos de presença protestante Amesterdão era a capital de uma república de 7 províncias unidas dos países baixos. Esta situação perdurou até 1806 quando Napoleão Bonaparte conquista o país e o torna num reino – o reino dos países baixos – e instalou o seu irmão Luis Napoleão como seu rei.

 

Esta situação durou apenas 5 anos devido à má governação de Luís e em 1810 o reino dos Países Baixo passa a integrar o grande império francês de Napoleão.

 

Com a Guerra de Waterloo em 1815, assiste-se à divisão do império napoleónico pelos anteriores sucessores, criando assim o Reino dos Países Baixos (que até 1830 contava com a Bélgica e o Luxemburgo) e devolvendo o reino à coroa holandesa aos príncipes de Orange e surgindo o rei Guilherme I – casa real que hoje em dia ainda governa a cidade e o país.

 

Desde essa data até 1940, uma secessão de reis e rainhas governaram o país sempre permitindo a máxima tolerância e liberdade, tendo como principal ponto de interesse o desenvolvimento da industria, do comércio e a reocupação holandesa na sua colónia asiática – Indonésia.

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Em 1940, os nazis invadem o país e obviamente Amesterdão não foi exceção, no entanto é de ressalvar que apesar de restritiva, a vida em Amesterdão não sofreu como a maior parte das cidades holandês que foram completamente destruídas. Os judeus que ocupavam a cidade tiveram de fugir ou se esconder (falaremos mais sobre o assunto quando falarmos de Anne Frank). A comunidade judaica tinha um grande peso na população e estava integrada desde que sairão de Portugal e Espanha no tempo da aquisição. Como curiosidade a sinagoga principal da cidade é a sinagoga Portuguesa.

 

Com o final da 2ª Guerra Mundial, a casa real que fugira para Inglaterra regressa mas em 1948 a rainha Guilhermina sente necessidade de abdicar a coroa em prol da sua filha Juliana devido ao fim das colónias holandesas.

 

Desde essa data até à atualidade a Holanda volta a ganhar importância comercial com a adesão à CEE, à Nato, aos Benelux, à união Europeia, ao Euro. Sempre presente a sua tolerância religiosa, a coroa é laica sem qualquer religião associada. Os edifícios anteriormente religiosos da coroa passam a albergar museus e centros humanitários.

 

São dos primeiros países a pronunciar-se a favor da despenalização das drogas leves, do casamento homossexual da despenalização do aborto, do combate à corrupção e ao crime.

 

Hoje em dia, o Reino da Holanda é liderado pelo rei Guilherme Alexandre.

 

Por tudo isto, Amesterdão é uma das cidades com menor crime no mundo, mais segura, mais rica, com melhor qualidade de vida e felicidade.

Roteiro de Amesterdão

Março 10, 2018

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Amesterdão é a capital da Holanda ou países Baixos, ambos os nomes podem ser considerados para denominar este país europeu, detém cerca de 1.6 milhões de habitantes em pouco espaço.

 

A cidade torna-se assim cara para viver e conhecer devido à sua muita procura hoteleira e pouca oferta face à procura, mas existem preços para todos os bolos e espíritos viajantes.

 

Amesterdam, é então a cidade conhecida pelo Bairro Vermelho, pelo cheiro a marijuana que sai das Coffe Shops, pelos seus canais, pelas suas casas magnificas, pelo museu Van Gogh, pela casa da Anne Frank, pelas suas bicicletas, pela Cerveja Heineken e pelo mercado das flores, mas acima de tudo por ser a cidade da liberdade e da tolerância.

 

Aqui é se livre, aqui todos se respeitam, aqui a criminalidade é baixa, aqui há felicidade e acima de tudo, tolerância pelos outros tenham a raça, a crença ou a orientação sexual que tiverem.

 

Poderia colocar tudo num único post mas acho mais interessante dividir as temáticas por vários, para que se conheça verdadeiramente Amesterdão.

 

Assim dividi a cidade por 7 zonas de forma a que explores a cidade mais próxima da realidade, para que conheças os pontos mais importantes, as atrações turísticas e alguns segredos. Serão elas O Anel do Canais Ocidental, o Anel de Canais Central, o anel dos canais, o bairro dos museus, o Plantage, a Nova Baixa e o Bairro Velho.

 

Tentarei dar algumas sugestões de festas, lojas, bares, restaurantes e hotéis para te puderes orientar e fazer algumas contas à viagem, bem como algumas informações adicionais sobre alguns locais, história, tradições e gastronomia.

 

Agora é só acompanhares tudo e viajar connosco para conhecer Amesterdão.

Uma Viagem ao Bairro Vermelho de Amesterdão

Março 09, 2018

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Um mundo vermelho de prostitutas nas suas montras, clientes com tesão que procuram divertimento e amor, crianças que por ali percorrem as ruas para irem à escola, igrejas que outrora albergavam a religião cristã no centro da vida boémia.

 

Tudo isto pode parecer estranho mas não é. Este é o bairro Vermelho de Amesterdão.

 

Amesterdão desde os primórdios da cidade que é uma terra virada para o mar com pescadores e marinheiros. Era o centro da vida comercial marítima, os seus portos recebiam diariamente milhares de homens desejosos de comida, bebida e companhia.

 

Ora esta é a principal razão para ter surgido o Bairro Vermelho nesta cidade, atrás de oportunidade de negócio começam a instalar-se tabernas para alimentar os muitos marinheiros, tascos para lhes dar de beber e mulheres para aquecerem os homens nas frias noites de inverno.

 

Naquela cidade as jornas rapidamente se esfumaçavam, e por ordem de prioridade as meninas que se sentavam nos joelhos dos marinheiros dentro das tabernas faziam os mesmos não gastar tanto dinheiro em bebida.

 

Ao fim de pouco tem essas mesmas meninas foram expulsas de dentro das tabernas e postas na rua. A prostituição de rua comum a todas as grandes metrópoles do século XV era enorme mas em Amesterdão o frio também e a perseguição policial.

 

Rapidamente essas mulheres começaram a hospedar-se nos prédios da zona e ali começaram a atender os clientes. Os homens já sabiam sempre que viam ramos de flores nas janelas, lá dentro encontrariam rameiras.

 

O bairro foi desenvolvendo-se e atrás dos pecadores chega a igreja, mas inicialmente sem sucesso, pois os homens vinham à procura de pecado, e as prostitutas precisavam de pecar para viver.

 

Mas como em Amesterdão tudo pode ser um negócio, rapidamente a igreja fez uma parceria com as meninas, elas teriam de pecar os corpos dos homens para posteriormente eles irem pedir absolvição à igreja e esta salvar as almas dos mesmos.

 

Assim rapidamente tudo começou a funcionar até a igreja. Agora um homem mal aportava em Amesterdão dirigia-se à igreja, pagava o seu perdão, depois comia, bebia e pecava.

 

As rameiras deixaram de pôr os seus ramos às janelas para passarem a pôr os seus corpos.

 

Hoje é um dos pontos turísticos da cidade mas muito há que descobrir por entre estas ruas e canais. Aqui mulheres trabalhadoras independentes fazem um serviço legal e pagam impostos sobre o mesmo.

 

Com segurança e higiene qb, os homens conseguem aquilo que querem, como diria uma criança que mora na zona: Aquelas mulheres tratam de homens tristes para ficarem contentes.

 

E como é habitual na comunidade holandesa e em especial em Amesterdão, tudo é tolerante, tudo merece respeito, a minha liberdade é enorme e só acaba quando choca com a tua liberdade, por isso para ires ao Bairro Vermelho livremente não magoes a liberdade de quem lá anda, nem as prostitutas, nem os clientes, nem os residentes.

 

Aquelas montras vermelhas (ou azuis: em caso de transgenero ou travesti) estão ali à espera de quem as visitar. Eu aconselho todos a ir, especialmente a conhecer o que as motiva, a tentar descobrir mentiras que contam sobre o bairro vermelho, a tentar perceber.

 

Eu acho que percebi e por isso gostei tanto do bairro vermelho.

 

Acompanha todas as experiências por Amesterdão

Guia Viagem Miami: Coconut Grove

Março 03, 2018

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 creditos fotografia wlrn.org

 

Muito antes de os arranha-céus espalharem o horizonte e constituíam o núcleo urbano movimentado de Miami, a aldeia de Coconut Grove era uma pequena comunidade à beira-mar, aninhada ao sul do atual centro da cidade.

 

Primeiro estabelecido por pioneiros das Bahamas, o bairro começou o seu passado há mais de cem anos. No final da década de 1870, os bahameses atravessaram as águas Flórida e começaram a trabalhar no Pousada Peacock .

 

Esta comunidade próspera fez muitas contribuições valiosas para o bairro, incluindo a capacidade de construir casas simples e resistentes que poudessem suportar tempestades e a estação chuvosa, muitas dessas casas ​​ainda estão em pé.

 

O mais antigo bairro de Miami que mantém os traços das Bahamas aliado à modernidade americana. Situado a sul da zona universitária de Coral Gables o bairro enche-se de juventude para usufruir dos muitos locais de cultura, lazer e entretenimento.

 

Pontos de Interesse

AC Fine Art: Um dos museus preferidos com pinturas de Sali, Picasso, Wharhol e Lichtenstein.

 

Barnacle Historic State Park

 

Coconut Grove Playhouse: O centro de Grove, um dos teatros mais antigos da região, onde poderá apreciar grandes interpretações de musicais e peças da Broadway pela companhia local.

 

Vizcaya Museum & Gardens: A norte de Cocconut Grove um local obrigatório de visitar como esta vila italiana que faz lembrar um ovo de fabergé. Adornado com jardins majestosos florentinos.

 

Nomeado em homenagem a um dos litorais mais cativantes na costa espanhola, o Museu Vizcaya e  captura a extravagância europeia de cair o queixo em um contexto americano encantador. O emblema da propriedade – “The Caravel” (A Caravela) – celebra um navio usado durante a “Era da Exploração”. Ao iniciar a sua exploração desse ícone histórico de Miami, vai ver uma imagem do mítico viajante "Bel Vizcaya" na entrada, marcando o início de uma viagem memorável à frente.

 

Dentro da casa principal

Demorou anos para aperfeiçoar os mais de 70 quartos da mansão, 34 dos quais transbordam de tesouros do século 15. De notar os elegantes pisos de mármore, refletindo um arco-íris de luz, irradiando pelas portas de vidro manchadas. Entre na sala de pequeno-almoço e maravilhe-se com o motivo, projetado para representar a troca de ideias durante a "Era da Exploração", combinando cerâmica chinesa com paisagens marinhas napolitanas. Por fim, n o salão Cathay, você sentirá o gosto das acomodações luxuosas apreciadas por magnatas famosos do cinema. Mas qualquer viagem a Vizcaya seria incompleta sem um passeio por seus jardins do Éden.

 

Os jardins

A melhor das fotografias não pode transmitir a serenidade dos 4 hectares dos jardins de Vizcaya. De muitas maneiras, os jardins formais relembram o layout de Versailles da França. Os arbustos bem aparados organizam as passarelas em padrões geométricos hipnotizantes. Colunas grossas, labirintos exuberantes e estátuas clássicas também emprestam sua estética europeia, mas Vizcaya engloba exclusivamente seus arredores tropicais também. Aqui, palmeiras, orquídeas raras e calcário cubano infundem o clima mediterrâneo palaciano com o faro característico de Miami.

 

Com opções de passeios personalizados e bilhetes a preços acessíveis, há muitas maneiras de fazer parte do legado de Vizcaya. A propriedade fica aberta todos os dias das 09:30 às 16:30, exceto terças-feiras, Natal e Ação de Graças. Para obter mais informações, visite vizcayamuseum.org.

 

O bairro de Coconut Grove é mais um bairro a visitar nesta imensa Miami.

Guia Viagem Miami: Little Haiti

Março 02, 2018

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Se nunca estiveste em Port-au-Prince, capial do Haiti, então tens uma fantástica hipótese de conhecer esta cultura aqui por Miami, basta subir um pouco mais a norte de Wynwood e encontrarás o bairro Little Haiti onde concentra a grande comunidade de emigrantes deste pais caribenho.

 

Rapazes jovens desnudos ou em camisolas de alça ouvem rap francófono nos seus rádios dos anos 80, lindas mulheres ajeitam seus cabelos e pintam de vermelho os seus lábios grossos em frente das botanicas, que por sua vez não vendem plantas mas sim são lojas de vodou.

 

Estas Botanicas são se dúvida uma das maiores atrações, deveriam ver o corropio quer de locais quer de turistas que se entusiasmam ao ler nas montras que resolvem problemas conjugais, matérias de amor, trabalho, saúde e até processos de imigração (não percebo como, mas enfim).

 

Poderás achar piada, mas tenta manter a serenidade e não demonstres desrespeito. Cada um acredita no que quer e vive a vida como quer.

 

A zona é uma das mais pobres de Miami e por isso a segurança sente-se por cada passo que dás. Não aconselhável ao escurecer excepto se acompanhado por locais.

 

No entanto, é super aconselhável que passes uma tarde por aqui. Novas realidades fazem bem ao crecsimento humano e aventuras são sempre boas para contar.

 

Além do mais e caso consigas ganhar coragem existem noites temáticas (algumas vezes por mês) na Big Night in Little Haiti, com musicas caribenhas e rap, festas estas que duram até o sol raiar.

 

Sabe mais sobre Miami

Guia Viagem Miami: Coral Gables

Fevereiro 27, 2018

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Se Miami é um destino luxuoso e que capta a atenção de algumas estrelas internacionais e milionários, coral Gables é sem dúvida o seu expoente máximo.

 

Coral Gables é chamada de “Bela Cidade” e com muita razão. Aqui as casas são mansões com um estilo mediterrâneo colonial, imperam as vilas ibéricas e estruturas romanas.

 

Esta zona de Miami centrada a sul de Little Havana e a Norte dos campos universitários são destino de luxo para estrangeiros endinheirados, detém qualidade de vida e sossego a minutos do reboliço da baixa de Miami ou da diversão de South Beach.

Um destino para consumistas e “devoradores” de lojas de marcas de topo, principalmente na rua Miracle Mile.

 

Apresentamos agora alguns dos pontos de interesse de Coral Gables:

 

Alhambra Entrance: Entrada na cidade como muitas outras que faz com que entremos num condomínio projetado por George Merrick, e de onde podemos ver pavilhões que nos transportam para a Andaluzia.

 

Alhambra Watertower: Um farol mourisco que embeleza toda esta pequena zona.

 

Biltmore Hotel: Um hotel histórico que ser ergue nesta rica zona de Miami, um hotel do período de ouro da história do jazz por onde andaram Gatsby, Judy Garland e Al capone e com jardins imponentes que refletem a história as mil e uma noites.

 

Coral Gables City Hall: Um edifício histórico de onde se destaca a pintura das 4 estações na Torre de Denman Fink.

 

Coral Gables Congregational Church: É a primeira igraja desta zona, doada inteiramente pela família Merrick, uma vez que o seu pai era pastor da igreja. É de 1924 e surge como uma cópia de uma igreja da Costa Rica mas parece a sua arquitetura ser de Nova Inglaterra.

 

Coral Gables Museum: É um museu que conta a história deste bairro/ povoação. O seu nome Coral Gables quer dizer Cidade Bonita. O edifício ocupa o antigo quartel de bombeiros e da policia também já de si com fachadas fotográficas.

 

Coral Way Entrance

 

Granada Entrance

 

Merrick House: Uma casa familiar de 1925, humilde mas com grande importância histórica para Miami, esta é a casa de família de George Merrick’s, hoje usada para grandes eventos.

 

Venetian Pool: Uma piscina publica a céu aberto que pertence ao Registo nacional de locais históricos. Construída com ladrilhos antigos, transporta-nos a um período romano com piscinas públicas.

 

Para Chegar a Coral Gables tem 3 opções: De autocarro a partir de downtown, de táxi ou através do Tram (gratuito nesta linha).

Sugestões de Restaurantes e Vida Noturna:

Seven Seas Bar, The Bar, Bulla Restaurant, Seasons 52 Restaurant, Swine Restaurant, Caffe Abbracci.

 

Atreve-te e entra no espirito de luxo de Miami e se o dinheiro abonar aproveita e fica umas noites no Biltmore Hotel.

 

Descobre mais sobre Miami.

Guia Viagem Miami: Everglades

Fevereiro 25, 2018

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Everglades é um parque nacional norte americano que se encontra na Florida bem pertinho de Miami. Ocupando uma grande extensão deste estado americano, o parque ganha enorme importância sendo o maior dos Estados unidos com clima Tropical, o maior a este do rio Mississipi e o terceiro maior de todo o país, só atrás do Vale da Morte e do Yellowstone.

 

Devido à sua enorme importância para proteger o ecossistema frágil da região é considerado Património Mundial da Unesco, Reserva Internacional da Biosfera e Terra Húmida de Importância Internacional, apenas mais dois locais no mundo estão presentes nestas três distinções.

 

Mas afinal o que é o Everglades?

A melhor designação partiu do nosso guia do Parque: “Everglades é um rio enorme de erva e canaviais”, mas verdadeiramente este parque é uma rede imensa de terrenos pantanosos e florestas alimentados pelo rio Okeechobee. Aqui reproduzem-se centenas de espécies de aves limícolas tropicais da América do Norte, é aqui que se encontra o maior ecossistema de mangais do hemisfério norte e claro é habitat de cerca de 36 espécies ameaçadas ou em risco de extinção.

 

A Pantera da Florida, o manatim e o Crocodilo americano são 3 destas espécies, se bem que as duas primeiramente mencionadas são difíceis de conhecermos, o crocodilo americano ou aligator pode ser facilmente avistado neste extenso mar de pântanos.

 

A melhor maneira de conhecer este parque nacional é montar-se num Airboat e partir viagem voando sobre os pântanos, observando a natureza, deslizando pró entre canaviais e mangais.

 

Uma experiência maravilhosa e que irá ficar eternamente gravada nas minhas memórias.

 

Se achas que irias gostar é só partires. Nunca deixes para depois o que podes viver hoje.

 

Para conheceres mais alguns dos nossos percursos por Miami carrega aqui.

Guia Viagem Miami: Downtown

Fevereiro 24, 2018

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Ora Miami é uma enorme cidade dos Estados unidos, mais propriamente do estado da Flórida. Sendo enorme, tem diversos bairros e zonas que merecem ser visitadas. Uma delas, é própria "baixa" da cidade, onde muitos dos estrangeiros se hospedem para partir para os cruzeiros das caraíbas e bahamas.

 

Mas esta centro empresarial e financeiro tem muito para oferecer.

 

Pontos de Interesse:

Adrienne Arsht Center of Perfoming Arts: O maior centro de artes da Florida e o segundo maior dos EUA.

 

American Airlines Area: Uma arena astronáutica que alberga os jogos de basquetebol do Miami Heat Bashetball. O Waterfront Theater também ocupa este espaço com os seus concertos e espetáculos da Broadway

 

Bayfront Park Um parque publico que como o próprio nome indica está situado junto à frente da baia da Biscaia. Dentro do parque são muitas as estruturas culturais e de lazer: Klipsch amphitheater, Tina Hills Pavilion. Depois existem diversos monumentos como a JFK Torch of Friendship, a Light Tower e a Mantra Slide.

 

Black Archives Historic Lyric Theather Welcome Center: Um antigo teatro onde tocara Ella Fitzgerald e Duke Ellinton, hoje em dia alberga este centro de pesquisa sobre o património afro americano de Miami.

 

Brickell Avenue Bridge & Brickell Key: A ponte que nos liga à ilha de Brickell.

 

Cisneros Fontanal Arts Foundation: Um museu que expõe arte de latino americanos.

 

Dade County Courthouse: Um edifício de interesse histórico construído em 1925 onde no 9º andar funcionou uma prisão de alta segurança.

 

Gusman Center for Performing Arts: Um edifício de com características vintage na sua arquitetura – Olympia Theater – um local cultural de teatro e música.

 

History Miami: O museu de história de Miami e do sul da Flórida.

 

MDC Museum of Art & Design: Um pequeno museu que inclui coleções de Matisse, Picasso e Chagall e também alguma pop art. O Próprio edifício é uma obra de arte com a Freedom Tower.

 

Miami Center for Architecture & Design: O museu de arquitetura e design.

 

Miami River: Para conhecermos a antiga Miami, preguiçosa e pescadora, sair do centro e ir até ao Rio Miami. Além das docas com restaurantes de peixe fresco apanhado em frente.

 

Miami Dade Public Library: Biblioteca pública de MiamiPérez

 

Art Museum Miami: Um museu com arquitetura o suíço Herzog & Meuron que combina vidro e metal e que conta com uma coleção de arte da 2ª guerra mundial.

 

Assim sendo, tens muito que palmilhar e conhecer, outra sugestão é apanhares o metromover um metro de superficie gratuito, que percorre em plataformas superiores o centro de Miami, rompendo por entre prédios e "sobrevoando" sobre as principais atrações.

 

Ora a baixa de miami poderá ser um dos locais a visitares várias vezes durante a tua estadia nesta cidade ou poderá mesmo ser a tua base, por isso deixamos algumas sugestões de restaurantes, bares para te divertires:

Bonding Restaurant, Soya e Pomodoro restaurant, Garcia's Seafood Grille & fish Market (restaurante), Fresco California Restaurant, Club Balckbird Ordinary, DRB bar, Level 25 club.

 

Se por acaso o teu interesse é gastares uns dólares a comprar roupa, esta cidade também é uma excelente opção, além das muitas lojas de rua existem dois Mega Hiper Centro Comerciais onde poderás encontrar de tudo e com todo o tipo de preços:

777 International Mall e Bayside Marketplace

 

Agora é viajares e usufruires

 

Para saber sobre outros pontos de Miami basta clicar aqui

Guia Viagem Miami: Little Havana

Fevereiro 22, 2018

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Miami é tudo aquilo que imaginas e depois tem tudo o resto que já podes ter ouvido falar mas não reflecte em nada a realidade.

Na minha viagem a Miami uma dessas experiências foi a visita a Little Havanna, um dos bairros desta majestosa cidade que nos remete como o próprio nome indica para Cuba.

 

Ora Miami, aqui tão perto desse país latino, é há muitos anos um dos pontos pontos principais de destino de emigrantes cubanos para os Estados unidos. Em toda a cidade se ouve o espanhol, e há em muitos locais que nem sabem o que é inglês, ora pois é claro que a unfiicação deste povo cubano num mesmo bairro o tornou na Havana americana.

 

Aqui são muitos os cafés, restaurantes, bancas de rua, lojas de charutos que nos transportam até à capital cubana. Nas ruas a música latina faz com que os pés queiram dançar, e a anca remexer.

 

No parque homens fumando os seus charutos jogam dominó, as mulheres conversam sentadas nas escadas de entrada dos prédios, os mercados trazem produtos tropicais e muitos montam os seus negócios paralelos: oficinas, carpintarias. Ali mesmo no meio da rua se abre um capot de um automóvel e se improvisa uma oficina de mecânica.

 

A segurança não é a maior mas com tranquilidade e sem ostentar consegues percorrer o bairro sem te levantarem problemas.

 

Little Havana é sem dúvida um local a visitares se passares em Miami.

 

Atrações de Topo

Máximo Gómez Park: Um parque que nos vai relembrar de Havana e de velha Cuba com os seus velhotes a jogar dominó e xadrez e um cheiro a charutos no ar.

 

Pontos de Interesse

Bay of Pigs Museum & Library : Um pequeno museu que serve de memorial do desembarque na baia dos porcos.

 

Cuban Ocho: Uma galeria de arte que funciona como centro comunitário e centro de pesquisa de arte cubana. O interior relembra um antigo bar de charutos de Havana.

 

Cuban Memorials: Os dois quarteirões que circula na rua SW13 Avenue estão repletos de monumentos a grandes heróis cubanos, incluindo os que morreram a lutar contra Fidel. Os memoriais incluem a Eternal Torch in honnor of the 2506th Brigade (baia dos Porcos), a Cuba Brass Relief (mapa) e a Estátua da “Madonna”.

 

Little Havana Art District: Uma zona repleta de galerias de arte, não comparável em dimensão com Wynwood mas um centro onde poderemos ver arte latina.

 

Tower Theatre: Edificio histórico renovado em 1926 que foi um teatro e com uma fachada art deco. Este atual cinema é um dos centros culturais de Little Havana com exibição de filmes de linga espanhola.

 

Sugestões

Se por acaso estás a pensar petiscar algumas iguarias cubanas ou beber uns mojitos aconselho-te 3 restaurantes de qualidade: El Cristo, El Rey de Las Fritas e Los Pinarenos Fruteria.

E claro se por acaso quiseres sair à noite vai à Casa Panzo Bar. Aproveita e Diverte-te.

 

Se queres saber mais locais a visitar em Miami espereita aqui.

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