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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Estão a chegar muitas novidades

Dezembro 10, 2015

O Rotas do Mundo é um blog muito novo, com apenas um ano de vida, e nem sempre em funções, já obteve algum reconhecimento. Vários destaques pela equipa do sapo, bastantes visualizações para o número de post's colocados, e muito sucesso na página oficial do facebook com mais de 3 mil seguidores.

O futuro passa por evoluir lentamente, ter mais tempo dedicado ao blog, a mim e a quem perde tempo em ler-me. Por isso avizinha-se coisas boas.

O Rotas do Mundo vai ter um novo layout e uma nova imagem: jovem, quente e com muitas surpresas. Acho que vão gostar.

A nível de conteúdos tentaremos manter a mesma linha, mas com mais diversificação de matérias: as minhas viagens ou destinos visitafos e visitáveis; o Teatro - as minhas produções e as dos outros; as Artes no seu todo - cinema, pintura, música, dança; o descobrir novos paladares e sabores, seja na minha tentativa de me tornar chef caseiro ou a avaliar pratos de verdadeiros chefs ou a provar paladares internacionais; depois ainda podemos ler sobre leituras, poemas e claro os meus desabafos sobre tudo ou sobre nada, sobre a atualidade, sobre questões políticas, económicas, socias ou outras que me fazem apetecer " gritar".

E depois teremos outras novidades: entrevistas a pessoas por norma desconhecidas mas que tem paixões que as fazem lutar muito por elas; quero dar a conhecer pessoas ou factos heróicos e merecedores de destaque; vou dar a conhecer vidas reais e vidas que poderiam dar um filme.

Outra novidade são alguns passatempos que estão a chegar.

Este futuro está para muito breve portanto é obrigatório acompanhar o Rotas do Mundo e nada mais fácil do que ser seguidor do blog ou da nossa página de facebook.

Reportagem SIC: Viagem ao Japão - a análise

Julho 31, 2015

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Estava bastante curioso de ver a Grande Reportagem Sic, que foi ontem emitida no Jornal da Noite, com o título de Viagem ao Japão.

A reportagem de Ana Peneda Moreira e imagem de Odacir Junior, assentou numa viagem ao Japão e na análise deste país do sol nascente de diversas perspetivas. Tentaram mostrar algo que nunca ninguém ainda tinha mostrado, e tentaram mostrar as divergências e dessincronias que existe naquele país.

Desde a abordagem à vida de uma jovem gueixa de 16 anos, que ainda hoje pinta a sua face de branco, os seus lábios de vermelho, veste os seus quimonos e dança para homens mais velhos, até ao isolamento das povoações do leste do Japão que viram as suas vidas devastadas pelo Tsunami de 2009.

Ainda visitaram o maior mercado de peixe do mundo em Tóquio, onde ainda no ano passado um atum azul foi vendido por 30 mil euros, os balneários públicos que se enchem de homens para o seu banho matinal, as escolas públicas onde não existem funcionários de limpeza e de cantina e esse trabalho é feito pelos próprios alunos.

Depois deram a conhecer a maior obra de engenharia do mundo para escoamento de águas e evitar inundações nas grandes cidades, um exemplo que Lisboa poderia adotar, e a cidade de Fukushima que se mantém fechada tal como uma cidade fantasma devido à radioatividade que permanece no solo após o rebentamento da central nuclear.

Apresentaram-nos dois portugueses que por lá andaram e que lá se estabeleceram, Marta Morais – que hoje vive casada com um monge budista, e José Botelho que tem um restaurante em Osaka de comida portuguesa de seu nome Lisboa.

Uma visão diferente e com grandes temas, no entanto a reportagem quebra pela sua duração. São 35 minutos para abordar muitos temas, o que origina uma abordagem muito superficial e depois uma montagem e edição muito má, a roçar a falta de gosto, de tempo, de vontade.

Se Odacir Júnior captou boas imagens e ainda tem “guardadas” muitas para mostrar, o que eu aconselharia aos diretores de informação da SIC era de dividir em 2 ou 3 reportagens. E se acham que não é para transmitir em horário nobre na tv generalista têm sempre uma tv de noticias para as emitir. O público agradecia uma abordagem mais profissional a um tema que facilmente agrada a maioria dos mortais. Além disso é melhor começar a investir naquilo em que a SIC era realmente boa – reportagens.

Valeu o esforço, mas não valeu na totalidade o resultado final.

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