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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

E os vencedores da noite eleitoral foram... Todos

Outubro 05, 2015

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E ontem foi dia de eleições legislativas que visavam encontrar o novo governo para os próximos 4 anos (se chegarem ao fim sea quem for).

O povo foi às urnas, apesar da elevada abstenção que continuou com numeros superiores aos de há 4 anos atrás, e elegeu a coligação Portugal à Frente composta pelo PSD e CDS-PP como os grandes vencedores da noite, apesar de não lhe atribuírem a maioria absoluta que tanto pretendiam.

Mas afinal quem foram os verdadeiros vencedores desta noite?

Basta ouvir com alguma atenção os discursos dos diferentes partidos políticos que percebemos que todos eles ganharam.

Passos Coelho e Paulo Portas gritaram a vitória obtida e uma vez que não conseguiram a maioria absoluta gritam aos socialistas para um acordo parlamentar.

Bloco de Esquerda foi outro vencedor da noite conquistando o maior resultado de sempre e tornando-se no 3º partido com maior representatividade parlamentar.

O outro vitorioso foi o PAN - Partido dos animais e natureza que conseguiu pela primeira vez um deputado eleito para a assembleia.

Por fim o habitual vencedor mas que a cada eleição que passa tem menos votos, os mesmos deputados, e nunca passam do mesmo. Este ano até forma ultrapassados pelo BE. A CDU com coligação do PCP e dos Verdes piorou o numero de votos face às ultimas eleições. No final os comunistas gritaram vitória. Não consigo perceber qual o designio para este grito, mas enfim.

Depois ainda temos o PS, que depois de levar a maior vergonha eleitoral da história (conseguiram não ganhar a um governo Toikano) o seu secretário geral não se demitiu e ainda passou a noite a discursar medidas do seu plano. Parece que tinha ganho alguma coisa. Oh Costa, Costa!

Agora o futuro a deus pertence, quem constituirá o próximo governo? Vai existir acordo para um bloco central? A esquerda vai unir-se? Cavaco convocará novas eleições? Vamos esperar para ver.

Eu na minha modesta opinião apenas tenho de felicitar o Bloco de Esquerda na pessoa da Catarina Martins, uma lider mulher que conseguiu inverter os resultados anteriores de um partido novo quase falecido, para uma grandiosa revelação. Não contou com o meu voto, mas tenho de concordar que foi sem sombra de dúvidas a melhor prestação em toda a campanha eleitoral.

Para finalizar, Portugal só com PAF poderá não ir para a frente, por isso gostaria de ver os agentes políticos de esquerda a negociarem seriamente para defender o nosso país e o nosso povo, ficando de fora ideologias politicas que só servem para enfraquecer a nossa democracia. Cabeças pensantes de grande qualidade existem em todas os quadrantes políticos, portanto gostaria de ver uma união entre estas gentes.

Aquilo que anseio também é que o próximo presidente da assembleia seja uma pessoa capaz. Com a composição da assembleia provavelmente será alguém de ideologia mais "canhota" pelo que rezo para que não se lembrem de Ferro Rodrigues ou Ana Gomes para esse lugar. Precisamos de grandes cabeças mas não de grandes cabeçudos.

Selvagem ou livre – WILD uma história real

Julho 08, 2015

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Quando estou a precisar de descansar e isolar-me do mundo tenho dois hábitos: leio um livro que me transporta para paraísos imaginários ou sento-me num sofá e vejo um filme que me consiga transportar para bem longe do mundo real.

Como estava a precisar exatamente de voar do meu sofá para fora, assisti a um filme do ano passado Wild, que colheu boas críticas principalmente pelo desempenho da atriz principal.

Livre, no original Wild, é um filme de 2014 com realização de Jean Marc Vallée (o mesmo de Clube de Dallas) e tem como elenco principal a bonita e maravilhosa atriz Reese Witherspoon e Laura Dern.

O argumento de Nick Hornby é baseado em Wild: From lost to found on the Pacific Crest Trail, de Cheryl Strayed, portanto baseia-se numa história real de uma mulher que partiu à descoberta do seu ser por um caminho tenebroso nos EUA.

Cheryl, uma mulher jovem de família bastante pobre nos Estados Unidos da América, vive dedicada à sua família (mãe, irmão e marido), talvez porque desde criança via a sua mãe ser alvo de violência por parte do seu pai. Foi por isto que fugiram.

Com a morte da sua mãe, Cheryl entra num abismo repleto de heroína, sexo com quem aparecia, bebida, desemprego, divórcio. Está perdida, sente vergonha da sua pessoa e sente que desiludiu a mãe.

Então sem qualquer tipo de preparação decide encontra-se consigo própria, percorrendo a PTC, ou seja, o trilho da Costa do Pacífico que liga todos os Estados Unidos da América desde a Fronteira com o México até à fronteira com o Canadá. Por um caminho sem fim, passando por desertos, por montanhas, por neve, por florestas, esta mulher vai lutando, além das dificuldades físicas, por se encontrar, por saber o seu futuro recordando o seu passado.

Um filme que adorei e que realmente nos faz pensar sobre o nosso Eu.

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