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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Once the musical

Março 02, 2018

 

Coincidência ou não, hoje ao chegar a casa apanho num zapping o filme once.

 

Tive de ficar a ver e relembrar desta maravilhosa e romantica histórica que conheci pela primeira vez num palco da Broadway.

 

Para todos os que pensam que musicais são feitos apenas de brilho, roupas e danças Once é a prova que essa não é a realidade.

 

Amei na quando vi e voltei a amar, não fosse este um musical lindo e romântico.

 

 

Q Avenue chega a Portugal

Fevereiro 10, 2017

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O musical da Broadway Q Avenue, chegou a Portugal no passado dia 08 de Fevereiro.

 

Se pensa que é um musical de cor e penas, engana-se, ao estilo dos marretas ou da antiga Rua Sésamo, bonecos (marionetas) entram em palco misturando a realidade e a fantasia.

A história passa-se como é óbvio nesta Avenida Q, uma qualquer avenida transportada para o nosso Portugal onde deambulam personagens polémicas e irreverentes. Luís, um recém-licenciado cheio de esperanças mas que é uma valente merda, Marta que passa a vida à procura de amor, a Paula Porca, o tarado Trekkie o Félix o gay que não tem coragem de sair do armário, estas são algumas das personagens que vão debater problemas de jovens adultos.

 

O musical, nada aconselhado para crianças, aliás é uma produção para maiores de 16 anos, refletem os problemas da maioria dos jovens adultos: desemprego, namoros, problemas familiares ou com colegas, preconceitos.

Mas tudo isto sempre com uma visão supre positiva e que nos vão fazer pensar: OK, a minha vida pode ser uma merda mas mais vale curti-la ao máximo.

 

Este espetáculo da Força de Produção com encenação de Rui Melo e onde brilham os atores Ana Cloe, Diogo Valsassina, Gabriela Barros, Inês Aires Pereira, Manuel Moreira, Rodrigo Saraiva, Rui Maria Pêgo, Samuel Alves, Artur Guimarães, Luis Neiva e André Galvão – um monte de gente talentosa e louca.

 

Os preços dos bilhetes vão dos 12 aos 18 euros, mas por mais 3 euros podes ter acesso à Penthouse Glammour Swag com um meeting com atores e com a Paula Porca...

Tudo isto no Teatro da Trindade em Lisboa. Parabéns pela coragem e irreverência de terem trazido este espetáculo a Portugal, em breve darei noticias da minha visita.

La La Land - O filme do ano

Janeiro 26, 2017

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Estreia hoje nas salas de cinema portuguesas o tão falado filme de Damien Chazelle La La Land, que a tradução portuguesa teimou em acrescentar ao título melodia do amor.

A história romântica em que se baseia o filme é simples, prática e recorre às premissas básicas de um romance musical. Aqui a diferença é a busca pela perfeição na luz, na escolha musical, no guarda-roupa e na fotografia. São estas questões técnicas que imprimem a beleza visual de La La Land.

Se é fã de musicais, este será sem dúvida o filme de 2016 (2017 em Portugal) a não perder, mas não esteja à espera de algo parecido com “Os Miseráveis”, esteja certo que vai encontrar a magia dos clássicos musicais dos anos dourados de Hollywood.

Se está à espera da melhor história do ano com um argumento inovador é melhor esquecer, mas La La Land é sem dúvida uma obras simples e bela, que o vai deixar feliz e a sonhar. Só os tolos não sonham.

A contribuir imenso para este argumento de Damien Chazelle, brilham Ryan Gosling e Ema Stone como protagonistas e as fantásticas trilhas sonoras de Justin Hurwitz.

Premiado com prémio de melhor atriz em Veneza, com sete galardões nos Globos de Ouro deste ano (melhor filme, ator, atriz, realizador, argumento, banda sonora e canção) estabelecendo assim novo recorde, com 11 indicações aos Bafta e com a impressionante marca histórica de 14 nomeações aos Óscares, La La Land vai ser o filme sensação.

 

Tarzan o musical

Dezembro 09, 2015

A história de Tarzan, escrita por Edgar Rice Burroughs, é conhecida por todos nós, desde os 9 aos 90, já foi publicada obviamente em livro, transcrita para o cinema e até a Disney já pôs a sua equipa de animação encarregue de criar um tarzan atrativo, jovem, humano e musical.

Um pequeno bebé é o único sobrevivente de um naufrágio ao largo da costa africana, bem pequeno e sem hipóteses de sobreviver é criadfo e acolhido por um grupo de gorilas. No meio da selva, criado por gorilas, este pequeno ser humano vai perder a sua "humanidade" e ganhar o " selvagem" caractér de um homem gorila. Vai crescendo e torna-se adulto e o rei da Selva.

Nessa mesma selva onde vai conhecer a sua cara metade Jane e o seu rival Clayton.

La féria pegou nesta história e encenou um brilhante espetáculo infantil, mas na minha opinião um espetáculo muito também para adultos.

 

Uma história bonita, com bastantes valores transmitidos, contada simples mas eficazmente. O guarda roupa está bem pensado e elaboradp, levando-nos para o mundo animal mas que deixa os actores representarem e mtoverem-se com dinamismo e qualidade.

Os momentos musicais foram muito bem escolhidos, além das musicas originais da Disney, há ali momentos muito bem " calibrados". Portanto para a encenação de La féria e para as coreografas e acrobatas os meus parabéns.

Depois para o elenco, quer manifestar o meu agrado em relação a todos mas tenho de salientar alguns que na minha opinião desempenham os seus papéis com muita elegância e qualidade.

Fábio Constantino como Tarzan, João Duarte Costa como Clayton, Filipe Albuquerque como professor Arquimedes, Tiago Isidro como Tcharcan e Sara cabeleira como Jane vão mesmo muito bem remetendo-nos para o sonho e imaginário infantil.

Mas quero salientar a frescura, coragem, profissionalismo do jovem Tarzan - Pedro Goulão, e a fantástica interpretação da mãe gorila Bruna Andrade. Parabéns Bruna estás deslumbrante e brutal.

Um espetáculo para toda a família. Vão gostar muito. Em Lisboa, Teatro Politeama nas Portas de santo Antão.

E estreou a República das Bananas

Outubro 02, 2015

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Estreou na passada 4ª feira o novo espetáculo de Filipe La Féria no Teatro Politeama. Ao jeito do que nos tem habituado ultimamente o espetáculo é uma junção da comédia e crítica mordaz à atualidade existente na tradicional Revista à Portuguesa e uns números musicais que nos remetem para espetáculos da Broadway ou do cabaret francês.

E o que se pode dizer deste espetáculo?

É mais um espetáculo ao estilo do La féria a que toda a gente está habituada. Muita cor, muita música, um guarda-roupa riquíssimo, e alguns números que nos fazer chorar a rir, mas apesar da fórmula resultar para a maioria do público que continua a esgotar todos os seus espetáculo, está na hora do autor inovar.

Esta peça é encabeçada por Rita Ribeiro, José Raposo, Anabela e Ricardo Castro. O elenco é sustentado ainda por Bruna Andrade, Ricardo soller, Paula Sá e Patricia Resende. Se bem que na maioria dos números quer cantados quer representados, todo o elenco e corpo de baile estão bem, há obviamente figuras de destaque pela positiva e pela negativa.

Pela visão negativa temos a prestação diminuta de Anabela, que além da pequena participação (apenas 2 ou 3 números cantados) é uma presença enfraquecida e frágil, longe dos tempos em que brilhava no my fair lady ou no musica do coração.

Depois temos Rita Ribeiro, que já não tem a força de outros tempos, mas que continua com bastante genica, só é pena cantar alguns números em playback. Devia de ser proibido. Mas a Rita consegue confundir a minha opinião. Se por um lado quebra e falta ritmo ema algumas cenas, por outro lado consegue recordar-me no seu numero dramático final a Rita Ribeiro do Passa Por Mim no rossio. Enfim...

Depois tenho de dar os parabéns aos dois atores principais do elenco, Ricardo Castro agarrou todos os seus papeis com unhas e dentes e promete manter-se como referencia neste género teatral. Depois o mestre atual da revista José Raposo, já o vi em muitos espetáculos e nunc ao vi desgastado, quando sobe ao palco dá o tudo por tudo, sua, cospe-se, vibra, sente-se os nervos não do medo mas da responsabilidade, dá pica vê-lo representar.

Por último tenho de parabenizar os esforço de duas jovens atrizes Patricia Resende e Bruna Andrade, cantam bem, dançam bem e acima de tudo representam muito bem sendo bastante camaleónicas e transformando-se em todos os seus papeis.

Para finalizar quer apenas lembrar o numero de homenagem à Carmen Miranda (que começa com o Tico Tico - já vi isto em qualquer lado), muito bem interpretado por Paula só.

Não é o melhor espetáculo de La Féria, mas continua de boa qualidade, e acima de tudo é dos poucos que mantém vivo a tradição da revista à portuguesa viva.

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As Taradas já fazem 3 anos

Julho 07, 2015

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Há 3 anos, precisamente no dia 07 de Julho estava em conjunto com muitos amigos a partilhar um sonho, um sonho de difícil concretização que demorou quase 12 meses a concluir.

Levei a cena a peça As Taradas de Eduardo Damas, uma comédia musical adaptada por mim e com encenação minha.

Tudo foi possível graças a uma equipa técnica e artística que me aturou muito, uma equipa que me fez rir, chorar e sonhar.

A todos vocês, mais uma vez obrigado.

E quem sabe se as taradas não vão voltar com novas personagens e nova história???

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Saudades da Broadway

Julho 04, 2015

 

Uma amiga minha visita todos os anos Nova Iorque, eu pensava que ela era doida. Mas depois de visitar a big apple percebi.

Eu também quero voltar.

Quero entrar naquele mundo, quero que as luzes voltem a iluminar o meu rosto.

Nunca vou esquecer por isso acho que está na hora de voltar aquelas salas de espetáculos repletas de magia.

Pippin o meu primeiro broadway show...

Noite de Teatro – Rapazes Nus a Cantar

Julho 03, 2015

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Ontem depois de tentar ir assistir às Raposas no Teatro Aberto, que se encontrava esgotado, de tentar visitar a Ruef e o Monchique no Casino Lisboa no Lar doce lar sem sucesso, acabei por aceitar o convite para ir ao Casino Lisboa ver o musical encenado pelo Henrique Feist – Rapazes nus a cantar.

Este espetáculo musical estreou na Of-Broadway em 1998, e desde então voltou várias vezes a cena quer na Broadway, quer em muitos países. Textos originais de Bruce Vilanah e Stephen Bates entre outros e música de Nic. TenBraek. Um espetáculo que tem atraído muito público pelo mundo fora principalmente pelo fato de os atores representarem totalmente nus na maioria do espetáculo.

A versão portuguesa de Feist está bem conseguida, a adaptação dos textos e letras está bem feita e resulta dentro do seu género.

É um espetáculo composto por vários quadros que aborda o despudor do corpo humano masculino e dos seus genitais, sempre em jeito cómico abordando temas gay de forma leve e descomplexada.

É essa transformação de Feist que eu valorizo face ao original, a leveza e alegria que trouxe a este espetáculo que em Nova Iorque é bem mais puro e desnecessariamente chocante.

O elenco muito pouco conhecido é compostor por 8 jovens atores, que principalmente cantam e dançam muito bem. O espetáculo apesar de estar um pouco desorientado vive essencialmente da técnica vocal que é bastante exigente e que está bem conseguida. É de lamentar que esta peça não consiga ter um casting mais refinado com atores de topo, mas em Portugal deve ser difícil convencer alguém para "porem os pénis a cantar".

À produção parabéns pela coragem de fazer este espetáculo em Portugal, um país ainda um pouco quadrado e ao Casino Estoril por a exibir.

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Noite das mil estrelas no Casino Estoril

Maio 02, 2015

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Ontem foi a noite, a noite das mil estrelas, noite de ir até ao Casino Estoril assistir ao mais recente espetáculo de Filipe La Féria para o salão Preto & Prata.

E tudo começa por volta do início do século passado, quando um magnata português quis fazer das terras inférteis de Cascais e do Estoril a luxuosa Riviera Portuguesa.

La Féria faz assim uma homenagem à história do Casino, aos seus antigos e atual donos, ás festas e carnavais que ali se realizaram e homenageia as grandes estrelas que por ali atuaram.

Um espetáculo de Casino que poderia estar ali ou em qualquer palco, de Las Vegas a um Lido ou Moulin Rouge de Paris.

Para brilhar detém a Orquestra do Casino permanentemente em palco que acompanha as excelentes vozes que costumam acompanhar La Féria.

De salientar o magnifico guarda roupa repleto de cor, brilho e bom gosto que vai acompanhando a evolução da Moda. Um excelente desenho de luz que faz aliviar algumas falhas de marcação cénica.

De destacar o excelente corpo de baile, e ainda melhor a brilhante coreografia, misturando desde tangos, charleston, valsas a passos típicos de broadway e contemporâneos. Ainda os momentos acrobáticos que permanentemente voam por cima das cabeças do público. Tudo com muito gosto.

Por fim um elenco capaz e forte de onde destaco em primeiro lugar Gonçalo Salgueiro que impressiona como jose carreras e arrepia nos milhares de números cantados, Vanessa que brilha com os números do James Bond e como Liza Minelli em números surpresa, Rui Andrade que delicia o público mais velho como julio iglesias mas que para mim faz excelentemente de anfitrião e por fim Pedro Bargado que no número da guerra civil espanhola ou no reviver Viva Mozart está maravilhoso. Um elenco que conta ainda com Alexandra mas que neste espetáculo não brilha mesmo fazendo um dueto com Amália Rodrigues.

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Ainda no elenco três surpresas agradáveis: Dora, David Ripado e a cantora lírica que desconheço o nome.

Parabéns a toda a companhia e ao Casino Estoril, tenho a certeza que o espetáculo vai ser do agrado do público. Parabéns a La Féria por apostar neste género de espetáculo e pela sua inteligência na conquista de público estrangeiro com a criação de um espetáculo quase internacional.

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