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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

BoyHood: Cinema em Casa

Março 24, 2015

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Uma noite de cinema, desta vez em casa, sentado no sofá enquanto lá fora o vento soprava como se chegasse o fim do mundo.

A escolha recaiu sobre o tão falado filme BoyHood, que conseguiu nos festivais de cinema alguns prémios, de salientar o personagem de Patricia Arquette.

A ação desenrola-se nos Estados Unidos da América, mais propriamente em Houston e cidades vizinhas. Um ambiente texano que confere imagens bonitas e uma cor avermelhada à película. Segue-se a vida de um jovem, desde tenra idade até se tornar um jovem adulto quando entra para a faculdade.

O filme é excelente? Não. É um filme simples, como há muitos, que aborda o tema da família e do quotidiano do personagem principal. Podemos ver a sua evolução, e estudarmos um pouco a psicologia humana. Se não soubéssemos como foi rodado, e quanto tempo durou a rodagem, era um filme que passaria despercebido.

Por isso, para mim, o prémio será mesmo entregue à realização e á produção que com os mesmos atores desenrolou esta história e acompanhou a vida destes personagens ao longo de vários anos. Parabéns por isso.

Depois à atriz que arrecadou a estatueta dourada para melhor atriz secundária, saliento o empenho e a interpretação. Teve sorte, este ano a concorrência era fraca, mas valeu-lhe o discurso ao receber o seu prémio.

Vê-se, mas esperava melhor.

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Teatro Godspell uma noite bem passada

Março 10, 2015

 

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 Godspell - Versão Portuguesa

E na passada quinta-feira dia 05 de Março, foi dia de voltar aos programas culturais. Não é que me tivesse afastado, claro que não é isso, mas o tempo com a preparação da minha peça foi enorme o que me levou a estar mais concentrado na minha própria produção do que na dos outros. :)

Desta vez a escolha recaiu no musical Godspell, um original americano que durante anos esteve na broadway, que visitou Londres no West End, e que agora aterrou em Portugal. Mas desta vez numa versão portuguesa.

E o que posso concluir...

Para uma noite de estreia não foi má, existiam muitos nervos em palco, alguns erros técnicos de iluminação e som mas que facilmente serão corrigidos.

Os jovens atores, a maior parte desconhecidos não vão mal nos seus papéis principalmente o jovem Manuel Moreira que encarna Judas, está digno, bem defendido, muito bem!

Terei de parabenizar Mia Rose, um papel simples mas bem defendido com a sua voz brilhante, para uma estreante vai bem.

Ao restante elenco falta traquejo, numa peça com um ritmo tão esgotante como esta e com tantas variações de sentimentos (do drama à comédia em segundos) necessita de mais experiência em palco.

A infelicidade é mesmo a tradução e a adaptação do original por parte de Matilde Trocado. Quem conhece o original chega a sentir-se frustado.

No entanto, posso considerar uma produção de Três Estrelas, vale a pena pelo esforço em criar este género de espetáculos em Portugal.

A quem quiser degustar-se basta ir ao Teatro Tivolli BBVA em Lisboa.

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