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Rotas do Mundo

Pedro around the World... My life, my dreams, my favourite things

Reportagem Sic: Hipismo e o sonho dos cavalos lusitanos

Agosto 28, 2015

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Grande Repostagem da sic de ontem mostrou-me um mundo que não conhecia – o hipismo português.

Sendo um desporto por norma bastante elitista, não está ao alcance de cada um praticá-lo e talvez por isso também não tem assim muitos adeptos.

Aquando os últimos jogos olímpicos, em Londres, todos ouvimos falar do grande cavaleiro Gustavo Carvalho e do seu Rubi, um cavalo de puro sangue lusitano que em conjunto conseguiram o feito d elevar a primeira dupla portuguesa verdadeiramente ao palco olímpico nesta categoria.

O Rubi está velho e já não pode concorrer, mas Gustavo Carvalho já se prepara montando o seu novo cavalo também ele puro sangue lusitano.

Fiquei abismado com o que é necessário para esta competição, uma equipa enorme, muito treino e valores (que não foram divulgados) mas que devem ser muito elevados. A roulotte de transporte dos animais é um sonho.

É importante divulgarem estas atividades desportivas que não são muito faladas e que estão em franca ascensão de resultados.

Muita força para a Federação de Hipismo, para os donos e especialmente para os cavalos e seus cavaleiros.

Força Portugal. Força Gustavo Carvalho

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Reportagem SIC: Viagem ao Japão - a análise

Julho 31, 2015

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Estava bastante curioso de ver a Grande Reportagem Sic, que foi ontem emitida no Jornal da Noite, com o título de Viagem ao Japão.

A reportagem de Ana Peneda Moreira e imagem de Odacir Junior, assentou numa viagem ao Japão e na análise deste país do sol nascente de diversas perspetivas. Tentaram mostrar algo que nunca ninguém ainda tinha mostrado, e tentaram mostrar as divergências e dessincronias que existe naquele país.

Desde a abordagem à vida de uma jovem gueixa de 16 anos, que ainda hoje pinta a sua face de branco, os seus lábios de vermelho, veste os seus quimonos e dança para homens mais velhos, até ao isolamento das povoações do leste do Japão que viram as suas vidas devastadas pelo Tsunami de 2009.

Ainda visitaram o maior mercado de peixe do mundo em Tóquio, onde ainda no ano passado um atum azul foi vendido por 30 mil euros, os balneários públicos que se enchem de homens para o seu banho matinal, as escolas públicas onde não existem funcionários de limpeza e de cantina e esse trabalho é feito pelos próprios alunos.

Depois deram a conhecer a maior obra de engenharia do mundo para escoamento de águas e evitar inundações nas grandes cidades, um exemplo que Lisboa poderia adotar, e a cidade de Fukushima que se mantém fechada tal como uma cidade fantasma devido à radioatividade que permanece no solo após o rebentamento da central nuclear.

Apresentaram-nos dois portugueses que por lá andaram e que lá se estabeleceram, Marta Morais – que hoje vive casada com um monge budista, e José Botelho que tem um restaurante em Osaka de comida portuguesa de seu nome Lisboa.

Uma visão diferente e com grandes temas, no entanto a reportagem quebra pela sua duração. São 35 minutos para abordar muitos temas, o que origina uma abordagem muito superficial e depois uma montagem e edição muito má, a roçar a falta de gosto, de tempo, de vontade.

Se Odacir Júnior captou boas imagens e ainda tem “guardadas” muitas para mostrar, o que eu aconselharia aos diretores de informação da SIC era de dividir em 2 ou 3 reportagens. E se acham que não é para transmitir em horário nobre na tv generalista têm sempre uma tv de noticias para as emitir. O público agradecia uma abordagem mais profissional a um tema que facilmente agrada a maioria dos mortais. Além disso é melhor começar a investir naquilo em que a SIC era realmente boa – reportagens.

Valeu o esforço, mas não valeu na totalidade o resultado final.

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Reportagem SIC: Viagem ao Japão

Julho 30, 2015

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Hoje à noite estreia na SIC a Grande Reportagem Viagem ao Japão.

Uma peça jornalistica de 35 minutos que vai mostrar o país do sol nascente e as suas diferenças, desde o reboliço das grandes cidades, à calma das suas montanhas.

Uma história de amores e ódios, de Guerra e paz, de Ricos e pedintes, de Gueixas e de Anime Girls.

Eu não vou perder, talvez me inspire e seja a minha grande viagem no próximo ano.

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Reportagem TVI: Vidas debaixo da Ponte

Março 18, 2015

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Na passada 2ª feira à noite assisti à emissão da grande reportagem da TVI sobre um par de amigos mendigos que vivem debaixo da ponte na Cruz Quebrada.

Uma reportagem a apelar à falta de solidariedade com quem passa dificuldades e que todos os dias encontramos no nosso caminho de casa para o trabalho.

Chocou-me realmente as condições desumanas onde estes dois homens vivem e o que fazem para sobreviver. Debaixo de uma ponte com o barulho infernal dos carros que por ali deambulam, dispostos à mãe natureza quer faça chuva, muito frio ou muito calor, recolhem ferro velho dos lixos para ganhar uns cobres e depenicam restos para comer.

Dormem praticamente ao relento, tapados com cobertores velhos bem encostados ao corpo para que as ratazanas que sobem Tejo acima não os mordam.

Enfim, ali na Cruz quebrada, estão vizinhos, que os ajudam consoante as disponibilidades, pelo menos foram essas as palavras em dias de gravação.

Fernando um homem de 70 anos a entrar no térmito da sua vida foi quem mais me chocou, com 4 filhos, vê-se abandonado debaixo de uma ponte, mesmo tendo a filha mais nova, pouco maior de idade, que o apoia e que o visita de tempo em tempo. O que faz este homem ali? Será que não há outra solução? Será que já procurou ajuda numa instituição? Ao que parece os outros filhos não lhe ligam. Noticia desmentida no dia de ontem em comunicado do seu filho mais velho no dia de ontem.

Ao Sr. Juan, quer desertar para fora do país porque o que vinha há procura não encontrou. A embaixada não consegue providenciar uma viagem de regresso ao país de origem? Acho que sim.

E é assim a TVI conseguiu chocar, conseguiu sensibilizar, conseguiu audiências. E estes 2 homens conseguiram por uns breves dias uma ação de solidariedade que lhes possibilitou umas roupas novas em 2ª mão e alguns sacos com alimentos. Face a isto Bravo.

Agora proponho à mesma jornalista que faça uma reportagem sobre o outro lado da moeda. O que realmente aconteceu a estes homens para escolherem viver assim? Não devia ser este o trabalho jornalístico de uma reportagem, ver as duas faces da moeda?

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