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Rotas do Mundo

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Festival da Canção: a primeira semi-final

Fevereiro 19, 2018

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Ontem ocorreu a primeira semi-final do Festival da Canção na RTP.

Pois bem, há anos que sigo o festival da canção e a Eurovisão, independente se as musicas são mais comerciais, mais melódicas ou se na maioria não valem nada.

O ano passado a RTP tentou inovar convidando compositores e letristas não habituais deste certame, e parece que a fórmula deu resultado pois levámos pela primeira vez Portugal a vencer a Eurovosão com a música "Amar pelos Dois" da Luísa sobral e interpretada pelo seu irmão Salvador.

Num jeito "jazzista" a música além de ser diferente tinha uma melodia fantástica e a interpretação em português passou fronteiras.

Este ano ao que parece a RTP quer a mesma fórmula, volta a convidar diferentes tipos de compositores e esperam um milagre.

Aquilo quer condeno nesta primeira semi-final não será a RTP (apesar da dupla de apresentadores e o cenário sair dos anos 90) mas sim os muitos compositores que querem copiar a Luisa mas sem nada de mágico. Depois surgem ainda velhas carcaças que muito contribuiram para a musica portuguesa mas que também têm de perceber quando é a hora de parar e ceder o seu lugar aos mais novos.

Felizmente passou para a final 2 dos meus preferidos: Peu Madureira no "Só por ela" - um fado diferente e inspirador e Catarina Miranda e "Para Sorrir Eu não preciso de nada" qual bjork portuguesa.

 

 

 

Agora resta esperar o que aí vem na 2ª semi final e que os portugueses em conjunto com o juri RTP saibam escolher uma canção que nos honre.

A caminho da Eurovisão.

Ana Bola Sem Filtro

Abril 22, 2015

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E Ana Bola sobe ao palco todas as segundas-feira no Teatro villaret em Lisboa para um monólogo de 1,5 horas, onde não falta muita animação, crítica social, e piadas mordazes, algumas com falta de gosto mas que não deixam de causar risos na mair parte do público que enche as salas.

Uma sala que se apresentou praticamente esgotada, onde se poderia ver uma heterogenidade de idades, desde as senhoras de chapéu que desceram da Guerra junqueiro ao Saldanha, até jovens que são fãs do atual stand up comedy.

Em palco, Ana Bola transformou-se nela própria e encarna a actriz com 40 anos de carreira, desempregada e que anda de casting em casting, a bater à porta de produtoras de televisão por um trabalhinho que a sustente.

Ali conta então a sua história, debatendo-se com a voz que a ordena e que a julga, tal qual voz do Secret story, que é interpretada pelo Manuel Marques que assim cede a voz ao espetáculo da sua amiga Bola.

Crítica toda esta nova geração de atores, e jovens sedentos de fama, na minha opinião por vezes um pouco exagerada, crítica o estado da nossa cultura, ou falta dela, critica a administração da RTP que a mandou fazer umas plásticas.

Um texto muito bem escrito, repleto de humor. Uma excelente interpretação em palco cheia de garra, alegria e vontade naquilo que faz - o que nem sempre acontece.

Infelizmente os poucos adereços cénicos são de muito mau gosto, e apesar de simples, de um género stand up, não seria dificil a produção do espetáculo arranjar um sofá e um banco um pouco mais imponentes.

Ali ri-se, ali esquece-se os problemas e as agruras do dia a dia...

Boa Belha!!!!

 

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